[Listopia] - Quadrinhos Nacionais
19 de outubro de 2018
Vamos continuar com a Semana Nacional e hoje falando de quadrinhos. Sabemos que quando se fala em HQ's, automaticamente todos os pensamentos remetem à Marvel e DC, mas é sempre bom lembrar que o Brasil também é um grande produtor do gênero. Para destacar vamos enumerar alguns títulos que super valem a pena conhecer. Começando:
1 - Graphic MSP
Todo mundo conhece a Turma da Mônica. Ela fez parte da infância da maior parte dos brasileiros. Mas, e quando resolvem escrever histórias sobre outros pontos de vista? Tipo contar o primeiro encontro entre o Bidu e o Franjinha, ou imaginar uma história distópica com a Turma da Mata, viajar fundo num Sci-Fi hard com o Astronauta ou até discutir problemas familiares com a família da Mônica e problemas sociais com o Jeremias. Tudo isso e muito mais acontece nas HQ's do selo Graphic MSP. Todas elas tem um diferencial nos roteiros e foram produzidas por artistas brazucas. Cada uma delas vale a pena ler várias e várias vezes. Inclusive, a edição que reconta a história da Turma da Mônica toda (em três edições Laços, Lições e Lembranças) vai ganhar adaptação para os cinemas no ano que vem.
2 - Terror em Quadrinhos - Editora Draco
Agora mudando completamente o cenário e partindo para o terror, entramos nessa trilogia espetacular publicada pela editora Draco. São três Graphic Novels adaptando em vários contos os clássicos do terror O Rei de Amarelo, Os mitos do Cthulhu e Demônios de Goethia. As três HQ's são realmente muito boas e garantem histórias perturbadoras pra quem curte tudo do mundo do terror e do ocultismo. Inclusive já resenhamos e edição do Despertar do Cthulhu aqui.
3 - Valente
Valente é uma série de HQ's (atualmente com 5 edições) que narra as desventuras da vida amorosa e adolescente de um cachorro chamado Valente. O quadrinho é desenvolvido em várias tiras com personagens animais antropomorfizados que fazem uma reflexão bem legal sobre a vida adolescente e como é a transição para o início da vida adulta, do final da escola para a faculdade. O autor, Vitor Cafaggi também é o artista por trás das HQ's da Turma da Mônica da Graphic MSP. Também já resenhamos aqui.
4 - Combo Rangers
Combo Rangers originalmente foi uma webcomic de autoria do Fábio Yabu. Totalmente inspirada em séries clássica de Super Sentais como Changeman e Flashman, além de ter inspirações em Metal Heroes como Jiban e Jaspion, a webcomic misturava todo esse universo com bastante bom humor. Ela chegou a virar um publicação mensal, mas fracassou nas vendas depois de um tempo. Entretanto, depois de muito tempo, a JBC e o autor resolveram lançar novas edições da equipe de heróis. As três edições (Somos Humanos, Somos Iguais e Somos Heróis) estás disponíveis e valem realmente muito a pena ler.
É isso pessoal. Espero que tenham curtido a nossa lista.
Por Victor Rogério
[Listopia] - Adaptações Melhores que o Original
23 de agosto de 2018
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O filme fez valer a expressão "Filmão da Porra" |
HOJE É DIA DE TRETA! Ok, talvez nem tanto. A gente sabe que sempre que anunciam uma adaptação de alguma obra que a gente gosta, sempre é preciso dar aquela baixada nas expectativas porque nunca é exatamente como a gente quer. Mas hoje vai ser diferente. Hoje nós vamos listar 5 adaptações que acabaram sendo melhores que o material original.
Começando...
1 - Homem de Ferro 3
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Ok, esse deve ser o momento em que você está gritando "whaaaat?", mas, antes que você tenha um infarto, não, eu não estou aqui para defender Homem de Ferro 3. É praticamente um consenso que o terceiro longa do Tony Stark para o Universo Cinematográfico da Marvel é um dos piores já feitos (só não é o pior porque existe o primeiro filme do Thor). Mas, algo que pouca gente sabe, é que o filme foi baseado numa HQ relativamente recente do herói (2006). O arco se chama Extremis e figura na maior parte das listas de piores HQ's já publicada na história. Com uma trama realmente intragável, inúmeros personagens vazios e um Tony Stark mais insuportável que nunca, Extremis conseguiu ser algo que faria jus aos anos 90 da Marvel. No final, o quadrinho acabou sendo tão ruim, que você aceita classificar Homem de Ferro 3 pelo menos como "assistível".
2 - Maze Runner
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Maze Runner é uma série de livros com a qual eu tenho uma relação de amor e ódio. Já resenhei o Primeiro Livro, o Segundo. uma HQ derivada do filmes e estou enrolando para ler o terceiro livro que fecha o primeiro arco dos personagens principais. A questão toda é que a ideia por trás da trama (algo entre o pós apocalíptico e o distópico) somado com os mistérios até era uma ideia muito boa. Mas o livro se perde entre todos os mistérios, as sub tramas que não chegam a lugar nenhum e personagens insuportáveis (essa é pra você Tereza). Por outro lado, adaptação para os cinemas trouxe uma trilogia com um roteiro muito mais enxuto e coeso, com um mínimo de sub tramas desnecessárias e uma boa revisada no arco de vários personagens. Ponto pros cinemas!
3 - Ataque dos Titãs
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Animes adaptados de mangás, em geral costumam ser um tanto mais arrastados porque os produtores das animações precisam inventar arcos novos, enquanto os capítulos oficiais do mangá não saem (quem lembra do episódio de Dragon Ball Z do Goku tirando a carteira de motorista?). Em Ataque dos Titãs a estratégia utilizada foi outra: a animação foi dividia em temporadas, seguindo os arcos do mangá. Assim, anualmente é produzida uma quantidade específica de episódios, sem existir a necessidade de produzir além do que está no mangá. Fora isso, o mangá em si possui diversos problemas que foram corrigidos no Anime. A arte do autor é péssima ao ponto de depois de 20 edições ainda não ser possível diferenciar alguns personagens mais parecidos. O roteiro das edições também é uma coisa completamente perdida: tramas são cortadas para retornarem apenas duas ou três edições depois, personagens aparecem e desaparecem sem explicação e vários deles tem motivações que não fazem sentido nenhum. Por isso, minha indicação é sempre pelo anime, ao invés do mangá.
4 - Kick-Ass
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Kick-Ass é o raro caso de uma HQ muito boa, sendo adaptada para um filme muito bom. Claro, mantidas as devidas proporções (um filme jamais seria violento no nível que o quadrinho é). Mas temos aqui dois pontos que dão uma vitória para o filme em cima do quadrinho: primeiro, a arte do material original é do John Romita Jr., um artista que absolutamente não sabe desenhar rostos, ficando todos os personagens mais ou menos com a mesma cara sempre. Segundo, apesar do filme ser bem fiel, há uma mudança absurda no personagem do Big Daddy (interpretado pelo Nicholas Cage) que foi consenso nas resenhas que ficou muito melhor que no material original.
5 - Logan
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I hurt myself today... |
É consenso que Logan é um dos melhores filmes produzidos adaptados de quadrinhos. A trama levemente baseada na HQ Velho Logan, conseguiu trazer um atmosfera depressiva, com camadas de western e um pouco de road trip. Por outro lado, apesar de Velho Logan até ser uma história interessante e trazer uns conceitos muito bons (e que plot twist!) ela acaba caindo em alguns clichês das histórias em quadrinhos que tiram boa parte da seriedade do que deveria ter uma Graphic Novel. Tem várias cenas que deveriam ser mega filosóficas e reflexivas que acabam sendo atrapalhadas por coisas como o Bug do Homem Aranha andando pelas paredes ou o Hulk como um vilão extremamente tosco. Ponto para as telonas!
Ufa... será que essa lista vai dar treta? O que vocês acham? Qual adaptação vocês acham que deveria ter aparecido nessa lista?
Por Victor Rogério
Nerdice Pai D'égua #22 - 4 títulos para Vingadores 4
15 de maio de 2018
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Vingadores: Guerra Infinita já está nos cinemas quebrando todos recordes possíveis. Já falamos bastante do Universo Cinematográfico da Marvel com a resenha de Guerra Infinita, o Na Tela de Guerra Civil e o Nerdice Pai D'égua 12, detalhando algumas coisas sobre a Guerra Civil dos quadrinhos. Agora chegou a hora de especular sobre Vingadores 4, filme que será lançado em maio de 2019 e que ainda não possui título.
Atenção! A partir de agora o texto pode conter spoilers de Guerra Infinita
Por Victor Rogério
[Quadrinhos] - Eu Li: Miss Marvel - Apaixonada - G. Willow Wilson, Takeshi Miyazawa e Elmo Bondoc
13 de março de 2018
Título:
Miss Marvel: Apaixonada
Roteirista:
G. Willow Wilson
Ilustradores:
Takeshi Miyazawa e Elmo Bondoc
Editora:
Panini Comics
Adicione ao Skoob
O Dia dos Namorados está chegando em Jersey City e o clima de romance também! Ainda que os pais de Kamala não a deixem ir ao baile da escola, a Miss Marvel não tem esse problema! Quer dizer, mais ou menos... nossa jovem heroína invade a festa numa tentativa de capturar o trapaceiro mais irritante de Asgard! Sim, uma emocionante história de Dia dos Namorados com o charlatão favorito da Marvel: Loki! E, quando um estranho misterioso chega à cidade, será a vez da Miss Marvel lidar com... o amor! Porque esse novo garoto é muito, muito gato. Que sentimentos são esses, Kamala? Prepare-se para drama! Intriga! Romance! Suspense! Socar coisas! Tudo isso e mais! A nova série favorita dos fãs e da crítica continua, e Kamala Khan prova por que ela é a melhor (e mais adorável) nova super-heroína do pedaço! E ainda: veja o que acontece quando a agente da SHIELD Jemma Simmons se infiltra no colégio da Miss Marvel!
E lá vamos nós para outra edição de Miss Marvel. Para quem não sabe, já falamos sobre os dois primeiros encadernados AQUI e AQUI. Na terceira edição foram reunidas três histórias da super heroína inumana mais legal da Marvel.
Por Victor Rogério
Quinta em Outra Língua #68: Overwatch: Anthology
1 de março de 2018
Título:Overwatch: AnthologyAutores:VáriosEditora:Dark HorseAno:2017Do Soldado 76 a Ana, de Tracer a Symmetra, descubra a história por trás dos heróis de Overwatch. Como Bastion se tornou parte da equipe? Onde Tracer Obteve seu slogan? Saiba tudo isso e mais nesta antologia de capa dura com as primeiras doze histórias dos quadrinhos Overwatch da Blizzard, escritas e ilustradas pelo time de estrelas incluindo Matt Burns, Robert Brooks, Micky Neilson, Nesskain, Bengal e mais. Não importa se você é um novato ou um mestre, essa HQ é essencial.
Olá, pessoal, tudo bem?
Já rasguei mil elogios a Blizzard antes falando sobre Warcraft (AQUI e AQUI) e já tivemos um Nerdice Pai D'égua especial sobre o Universo Overwatch. E agora estou de volta para falar para vocês dessa HQ maravilhosa que detalha mais coisas sobre todo o universo do Game da Blizzard.
Por Victor Rogério
Eu Li: O Despertar do Cthulhu em Quadrinhos
24 de outubro de 2017
Título:O Despertar do Cthulhu em QuadrinhosOrganizador:
Raphael Fernandes
Ilustradores/Roteiristas:VáriosEditora
Draco
Adicione ao SkoobA cultuada obra de H. P. Lovecraft é a principal inspiração dessa coletânea com oito HQs que transportarão a imaginação para o lado mais obscuro da mente humana, um horror cósmico em preto, branco e verde.
O desespero é verde
São 168 páginas desesperadoras onde criaturas tão antigas quanto o universo são capazes de corromper a alma humana apenas com sua presença. Onde a doença, a loucura e a perversão são pano de fundo para histórias que vão testar os limites de sua sanidade.
A organização do álbum envolveu Raphael Fernandes, que maculou a alma do time de quadrinistas formado por Dudu Torres, Antonio Tadeu, LuCas Chewie, Airton Marinho, Fabrício Bohrer, Caiuã Araújo, Marcio de Castro, Lucas Pereira, Samuel Bono, Jun Sugiyama, Daniel Bretas, Hilton P. Rocha, Bárbara Garcia e Elias Aquino. Todos perdidos em uma enigmática capa de João Pirolla.
O despertar de Cthulhu em Quadrinhos é o horror que não pode ser pronunciado, perca-se em imagens e histórias que não deveriam ter sido concebidas. Agora não há mais volta para os envolvidos pelos tentáculos do desespero, é hora de acordar para uma realidade decadente e tingida em apenas duas cores.
A editora Draco de tempos em tempos lança coletâneas de contos ou de quadrinhos. Vários livros de contos deles estão disponíveis a venda (todos bem interessantes). O Despertar do Cthulhu foi a segunda coletânea de uma série de quadrinhos lançada seguindo uma linha de terror. A primeira delas foi inspirada em O Rei de Amarelo e a terceira está para sair e é intitulada Demônios da Goetia. A ideia das três foi reunir HQ's inspiradas em obras de terror, roterizadas e ilustradas por artistas nacionais e deixar você perturbado. Cada uma delas também segue uma cor específica: O Rei de Amarelo em tons de amarelo, O Despertar do Cthulhu em tons de verde e Demônios da Goetia em tons de vermelho. A cor aliás é um ponto de destaque da arte dos desenhos: sempre em tons de cinza com os detalhes em verde revelando ou dando destaque a algo.
O Despertar do Cthulhu reúne oito histórias, todas com exatas vinte páginas e todas insanas. Mais interessante é que, quando se pensa nos mitos do Cthulhu, sempre se vem à cabeça um terror mais psicológico. Nessa HQ, o psicológico é bem presente, mas vem acompanhado de perto de várias outras inspirações, principalmente do gore e do visceral.
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Tudo isso misturado a oito roteiros muito interessantes e todos passados em cenários que lembram muito a realidade brasileira: desde uma cidadezinha de interior sendo perturbada por uma moléstia até uma religião muito misteriosa que ganha adeptos através de shows de cura pela televisão. É realmente bem diferente ler algo que é claramente inspirado na obra de H. P. Lovrecraft, mas em um cenário completamente diferente do Norte Americano ou da Inglês.
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Das oito histórias, destaco aqui quatro:
O Salmo do Sangue Antigo: o que você faz após receber a visita e um pedido de um amigo que se suicidou?
Os Tambores de Azathoth: esse é provavelmente o mais leve (ou menos pesado) dos contos. O único com um cenário que não tem aparência de ser brasileiro, conta sobre como a explosão da bomba atômica, o final da Segunda Guerra e um monstro bizarro estão interligados.
Macio: o final que me deixou mais chocado (HQ da imagem acima). Uma cidade está tendo problema com uma moléstia. O final (que é quando você entende o título) é muito insano.
O Caso da Truta Salmonada: o mais "What the hell?!" de todos. Depois de ler, tenho certeza que você vai pensar duas vezes antes de pedir um polvo no almoço.
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Enfim, O Despertar do Cthulhu é uma das melhores HQ's de terror da atualidade e é espetacular saber que temos um produto nacional com tanto qualidade.
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Ah, quer ganhar uma edição? Não percam a promoção que tá rolando no nosso facebook:
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E tem funko!!! |
Por Victor Rogério
Nerdice Pai D'égua #12: O caminho para a Guerra Civil + Promoção
27 de abril de 2016
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Sim, pessoal, finalmente chegou! Amanhã é a estreia de Capitão América: Guerra Civil (vamos ter uma postagem sobre) nos cinemas de todo o Brasil e nossa coluna nerd especial não poderia ter outro assunto. Você que assistiu Vingadores: A Era de Ultron já deve ter uma boa ideia de como será o desenrolar da Guerra Civil nos cinemas. Entretanto, a Guerra Civil das HQ's se desenvolveu de um forma bem diferente e teve influência direta de várias histórias anteriores dos super heróis. E é sobre isso que falaremos hoje. Vamos entender referênc.... err... Vamos começar?
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Com grandes referências, vem grandes entendimentos. |
Primeiramente é importante destacar que o estopim para a Guerra Civil dos quadrinhos ocorreu quando um grupo classe C de super herois (Os Novos Guerreiros) que fazia parte de um reality show, resolveu atacar um grupo de vilões para aumentar a audiência do programa. No meio da luta, um dos vilões (o Nitro) explodiu e levou com ele uma parte da cidade de Stamford (incluindo uma escola cheia de crianças, próxima a explosão). A tragédia levantou a discussão sobre a falta de controle sobre todos os super humanos existentes (vamos lembrar que nos quadrinhos é realmente muita gente) e levou o Governo e a S.H.I.E.L.D a proporem uma Lei de Registro de Super Humanos, onde todos deveriam revelar suas identidades secretas e ser comandados por um órgão superior. Obviamente nem todos ficaram felizes com isso e houve a divisão de dois times: Capitão América e Homem de Ferro. Maaaaas, alguns detalhes da treta começaram muito tempo atrás em histórias mais antigas:
1 - Os Novos X-Men: E de Extinção
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Dos idos de 2001 e escrita por Grant Morrison. Os Mutantes são cada vez mais comuns e a Escola Xavier para Jovens Superdotados tem cada vez mais alunos. Além disso, Magneto e seus acólitos passaram controlar a ilha de Genosha e a tornaram um refúgio para mutantes de todo o mundo. Entretanto, surge uma nova vilã, Cassandra Nova, e, utilizando-se do poder de um Sentinela gigante, extermina 16 milhões de mutantes que viviam em Genosha. Uma das poucas sobrevivente é Emma Frost: uma das mais poderosas telepatas do Planeta. Ela é resgatada e levada ao Escola Xavier.
Justamente, anos depois, durante a Guerra Civil, Tony Stark resolve pedir ajuda aos mutantes para seu time. É Emma Frost quem recusa:
Onde estavam os Vingadores quando Genosha morreu, Homem de Ferro? Onde vocês estavam enquanto nossos bebês eram calcinados?
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Resultado: Os X-Men não tomaram partido na Guerra Civil e realmente poderiam ter feito a diferença para qualquer lado
2 - Guerra Secreta (não confundir com Guerras Secretas)
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De 2005, escrita por Brian Michael Bendis, Nick Fury, o líder da S.H.I.E.L.D descobre que o governo da Latvéria (país do Dr. Destino) está financiando ataques de super vilões. Entretanto o Governo americano não autoriza um ataque direto a nação. Nick Fury então resolve juntar um grupo de super heróis para atacar o governo da Latvéria, mesmo sem permissão.
Entretanto um ano depois todos os heróis são atacados e Nova York vira um campo de batalha.
Resultado: Nick Fury passa a ser um foragido e deixa o comando da S.H.I.E.L.D para Maria Hill. Só que, nos quadrinhos, ela não simpatiza nem um pouco com os Super Heróis sendo, ela uma das personagens chave da Guerra Civil. Além disso, o governo começa a monitorar os heróis a partir dessa história e passa a desgostar do excesso de liberdade deles.
3 - Os Vingadores: A Queda e Novos Vingadores: O motim
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Os Vingadores: A Queda é uma histórica clássica do grupo de herois. No mesmo dia vários acontecimentos (desde uma explosão na sede dos Vingadores, passando por um invasão alienígena Kree, um ataque de vários Ultrons e a Mulher Hulk perdendo o controle e destruindo o Visão) acabam enfraquecendo o grupo. Posteriormente descobre-se que os incidentes tem relação com o poder da Feiticeira Escarlate, o que acaba levando ao fim da formação de heróis. Algum tempo depois, quando uma prisão de supervilões é alvo de um motim, é necessário que seja formado um novos time de Vingadores, Os Novos Vingadores (quanta criatividade...). O novo time conta com o Homem Aranha, Luke Cage, Wolverine, Mulher Aranha e os veteranos Capitão América e Homem de Ferro.
Resultado: Super Heróis importante na Guerra Civil como o Homem Aranha e Wolverine se aproximam dos Vingadores. Aqui é também um ponto inicial da relação de parceria entre Peter Parker e Tony Stark.
4 - Thunderbolts: Fé em Monstros
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Os Thunderbolts são um grupo de super vilões controlados pelo Governo Americano para realizar missões específicas (alô, Esquadrão Suicida, tem um galera copiando teu enredo aqui). Em Fé em Monstros, Norman Osborn (sim, o Duende Verde) vira o Diretor do Thunderbolts, recruta um novo grupo de vilões e eles acabam fazendo algumas missões ao lado do time Homem de Ferro na Guerra Civil.
Resultado: Em uma das batalhas da Guerra Civil, com a participação dos Thunderbolts um certo herói muito conhecido é espancado quase até a morte, sendo salvo pelo Justiceiro.
5 - Planeta Hulk e Ragnarok
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O Ragnarok é o fim do mundo Asgardiano e nessa história, Thor acabada desaparecendo.
Já em Planeta Hulk, após Hulk causar muita destruição, os grupo conhecido como Illuminati (composto por Tony Stark, Charles Xavier, Dr. Estranho, Raio Negro, Namor e Reed Richards) resolve exilar o gigante esmeralda no espaço. O Hulk acaba caindo num planeta onde o povo é escravizado e tem a chance de salvá-los.
Resultado: Nem o Hulk, nem o verdadeiro Thor participam da Guerra Civil. No livro, inclusive, o Tony Stark cita Thor como o principal apaziguador dos conflitos internos dos Vingadores e fala como ele faz falta. Ambos poderiam ter feito a diferença na luta.
E aí, gostaram? Todas as Hqs citadas aqui são recomendadíssimas. Espero que tenham curtido as indicações.
Mas ainda não acabou: temos uma promoção!
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Por Victor Rogério
Pai D'égua
É uma expressão comumente utilizada no Pará no sentido de qualidade positiva; Interjeição de admiração. Alguns sinônimos são: Bom, ótimo, fantástico, excelente.