sexta-feira, maio 12, 2017

Eu Li: E viveram felizes para sempre - Julia Quinn

Título:
E Viveram Felizes Para Sempre
Autora:
Julia Quinn
Editora:
Arqueiro
Série:
Os Bridgertons #9
Ano:
2016

Adicione ao Skoob


Alguns finais são apenas o começo...
Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...
Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.
Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?
A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.

Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.
Vou começar o post de hoje pedindo desculpas: A editora Arqueiro e aos leitores fãs de romances de época! Estou com esse livro há um tempinho, mas para mim foi muito dolorido começar a ler ele, pois eu sábia que depois desse livro não vou mais ter os personagens da família Bridgertons comigo em novas histórias. 

Para quem não está entendendo nada, vamos lá: Cada membro da família Bridgertons (com exceção da mãe, Sra Violet) tem um livro para contar a sua história. E as histórias são amaradinhas no final, mas sabe quando na sua mente de leitor, apesar do livro ter terminado, a história continua? Você se vê relutante em concordar que não há mais coisas acontecendo aos personagens depois da página final.

Aí quando penso que tudo vai bem, a editora me manda um livro novo com 8 novos epílogos, e uma história inédita, para contar o que aconteceu com os nossos personagens favoritos. E como são histórias curtinhas não dá nem para contar elas sem dar spoilers, então essa resenha vai ser um pouquinho diferente. Vou colocar abaixo algumas das minhas impressões sobre o livro, ok?

Abaixo coloco 3 curiosidades sobre cada epílogo de acordo com a ordem de publicação dos livros:
  1. Finalmente vamos descobrir o que tinha das cartas do pai do Simon Basset.
  2. A Daphne não brinca em serviço quando se trata de ser mãe.
  3. O nome todo de Simon é: Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset.
  4. Os irmãos Bridgertons, mesmo depois de velhos, continuam jogando Pall Mall verozmente.
  5. Kate e Anthony envelhecem mas continuam amando se provocar.
  6. Kate e Anthony mantiveram a tradição da família de ter vários filhos.
  7. Sophie e Benedict continuam fogossos como sempre.
  8. Sophie colocou nacabeça que tem que ajudar sua irmã Posy a arranjar um marido.
  9. Apesar de Posy não ser uma Bridgerton de fato, ela acaba se tornando uma de coração e nunca mais volta a falar com a mãe e a história da Posy nesse livro é muito fofinha!
  10. O epilogo de Collin e Penelope é narrado logo após o casamento deles.
  11. Esse epilogo envolve a história de Eloise.
  12. Fiquei morrendo de vontade de sair correndo para ler novamente o livro do Collin e da Penelope.
  13.  E o Collin continua impossível.
  14. O segundo epilogo de Para Sir Phillip, com amor é um dos meus momentos favoritos do livro pois conta a história da enteada de Eloisa, A gêmea Amanda e como ela se apaixona pela primeira vez.
  15. A forma como a Amanda se relaciona com a Eloisa é linda de se ler. 
  16. A forma como mostra o amadurecimento do Sir Phillip dentro das medidas dele foi bem legal.
  17. O epilogo de Francesca vem responder a você que ficou se perguntando se ela teve ou não o filho que tanto queria.
  18. Quem diria que o Michael iria conseguir amar a Francesca de forma tão plena e aberta.
  19. O plot twist é tipo: WHAT? Mas vale muito a pena.
  20. No epilogo da Hyacinth só posso dizer que ela continua irritante tanto quanto era mais nova.
  21. O jogo vira, quando ela tem que lidar com uma filha que tem o mesmo gênio que ela.
  22. Descobrimos se a Hyacinth acha as jóias ou não.
  23. O epilogo do Gregory é um tiro no coração de cada leitor.
  24. Foi o momento mais triste e angustiante do livro.
  25. E ao mesmo tempo conseguimos ver uma face muito paternal em Gregory.
Achou que acabou né? Mas sabemos que a Titia Julia Quinn sempre nos prepara uma pequena surpresa ao termino de cada livro e este não seria diferente. Infelizmente não temos um final satisfatório no que se refere a Violet, e eu realmente torci para ela encontrar um novo grande amor, mas ainda assim foi lindo descobrir como a pequena, jovem e cabeça dura Violet conheceu o Edmund Brigdertons. Também descobrimos o que fez com que ela não desistisse de viver após a perda de seu grande amor.

Espero que vocês tenham gostado do post, e até o próximo!



quinta-feira, maio 11, 2017

Eu Li: Pandemônio - Delírio #2 - Lauren Oliver

Título Pandemônio
Autora:
Lauren Olivier
Editora:
Intrínseca
Série:
Delírio 
Adicione ao Skoob 
Em Pandemônio, o segundo livro da série, Lena Haloway está dividida entre o "antes"- que mostra seu sofrimento por ter perdido Alex ao mesmo tempo que precisa se transformar em alguém forte o suficiente para sobreviver na Selva - e o "agora", seu cotidiano infiltrada na cidade como integrante da Resistência. Ela terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo com os Inválidos se referem aos curados. E não importa o quanto o governo tema as emoções: as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vidas de todos os lugares... inclusive de dentro.
Pandemônio é o segundo livro da série Delírio e essa resenha pode conter alguns spoilers do primeiro livro. Já resenhamos Delírio AQUI.

Pandemônio é um livro que eu até acho interessante, mas, pelo menos para mim, acabou sendo um tanto inferior ao primeiro livro da série. A trama é contada em dois tempos diferentes revezando capítulos como "Antes" e "Agora". "Antes" dá prosseguimento à história imediatamente após o fim do primeiro livro com Lena tentando sobreviver na floresta, encontrando-se com algumas pessoas que, em teoria são a "resistência" e convivendo com todo o conflito de ter nascido numa sociedade repressiva e agora estar convivendo com todo o tipo de pessoa (e dificuldade). "Agora" narra uma Lena mais madura, agora inserida novamente na sociedade repressora do amor e, aparentemente, armando uma grande conspiração.

Além disso, se no primeiro livro tínhamos apenas a Hana (melhor amiga de Lena) como coadjuvante, agora temos vários personagens interessantes ao desenvolvimento da distopia:  Graúna, que é a líder do grupo com o qual Lena se encontra; Julian, filho de um dos maiores líderes da sociedade repressora, mas que está em conflito; Prego, um dos guerreiros da resistência. 
Na Zumbilândia, sempre há alguém observando. As pessoas não têm nada mais para fazer. Elas não pensam. Não sentem paixão, nem ódio, nem tristeza; não sentem nada além de medo e desejo de controle. Assim, elas observam, se intrometem, xeretam.
Analisando rapidamente Pandemônio, fiquei refletindo se não teria sido válido a autora tê-lo separado em dois livros distintos. A trama da sobrevivência da Lena e a trama da conspiração simplesmente não se conversam bem. A leitura ficou bem prejudicada com essa organização e em certos pontos acabou sendo até anti climática: vários capítulos terminam em momentos cruciais e trocar para a outra trama acaba sendo decepcionante.

Fora que a personagem da Lena (que em teoria é a protagonista) acabou ficando meio apagada. Ela aparece pouco e toda a preparação do primeiro livro para torná-la uma personagem mais forte não surte tanto efeito. Ela até está mais cinica e dura e menos indefesa, mas isso não aparece tanto e, às vezes, não convence. Por outro lado temos ótimos coadjuvantes: todos adicionam um pouco a trama da trilogia e, de certa forma compensam a falta de protagonismo e a confusão de histórias. Em específico o personagem do Julian (que em dado momento acaba virando um interesse amoroso de Lena) é um dos pontos altos do livro.

Um ponto que eu achei extremamente interessante é a manutenção da sociedade como um vilão. No primeiro livro temos vários trechos de livros e músicas que foram adaptados para reprimir qualquer sentimento (até a Bíblia é alterada) e isso segue sendo desenvolvido no segundo livro. E vai além: o pai de Julian, que surge como um dos principais vilões da trilogia inteira, dá uma cara para essa sociedade. Ele representa muito bem aquele estereótipo apresentado no primeiro livro como um cidadão ideal: duro, rígido, totalmente desprovido de emoções e odiando qualquer demonstração afetiva. 

No final das contas Pandemônio traz muito do que me interessou no primeiro livro, mas alguns detalhes e algumas partes meio arrastadas, me deixaram com uma sensação de não ter sido um livro tão bom quanto o primeiro.


quarta-feira, maio 10, 2017

Doramaniacos #4 - Healer

Título: Healer
Ano: 2014
Total de episódios: 20
Gênero: Ação, Comédia, Romance
Série: -------
País de Origem: Coréia do Sul

Como um evento ocorrido há décadas se relaciona com três pessoas que aparentemente não possuem nada em comum? Kim Moon Ho (Yoo Ji Tae) é um popular âncora televisivo de um grande jornal. Chae Young Shin (Park Min Young) é uma repórter para um tabloide online de segunda qualidade. Seo Jung Hoo (Ji Chang Wook) é um garoto de recados (mensageiro) misterioso conhecido pelo codinome "Healer". Quando essas três pessoas se encontram, passam por uma jornada incomum para descobrir o que aconteceu há tantos anos, quando um grupo de amigos operavam uma radiodifusão ilegal e tentam ajudar as pessoas afetadas pelo evento. A jornada que os levou a descobrir o passado poderá ajudá-los a desvendar seus destinos futuros? "Healer" é um drama sul coreano dirigido por Lee Jung Sup. (Viki)

Annyonghaseyo (olá)... pensaram que eu tinha desistido da coluna? Só que não... é que tive de conciliar muita coisa ao mesmo tempo... ai teve conflito de posts e suas conclusões! Fiquei meio perdida sobre que dorama escolher para postar para vocês... Então o pessoal do meu grupo ´´Sofrência Dorameira`` começou a surtar com Healer... desta forma resolvi escrever sobre o dorama que tem arrancado suspiros dos meus amigos...kkk

Apesar desse poster ter a maior cara de série policial e tals... Healer poderia ser descrito como uma treta mirabolante e muito amorzinho. Mas vamos com calma aqui... primeiro vamos ao cast:

PERSONAGENS PRINCIPAIS:














          Ator: Ji Chang-Wook                    Atriz: Park Min-Young                         Ator: Yoo Ji-Tae
           Personagem: Healer             Personagem: Chae Young-Shin       Personagem: Kim Moon-Ho
             O Mensageiro                         Reporte de tabloide on-line            Reporte respeitado e âncora

PLOT DA HISTÓRIA:

Era uma vez, há alguns anos atrás... um jovem grupo de amigos que eram super engajados em jornalismo. Mas, não qualquer jornalismo! Eles queriam que as pessoas tivessem acesso as notícias reais sem censura. Mas o governo e a polícia estavam impondo certa censura nas reportagens na tv e rádio, então eles, em um caminhão velho rodando por Seul, começaram a realizar transmissões de uma rádio pirata. E correndo da polícia eles conseguiam realizar seus sonhos. O grupo era composto por 4 rapazes e uma moça. Infelizmente o grupo acabou se desmantelando de forma trágica... e nem todos eles sobreviveram para contar o que de fato aconteceu com o grupo. 

Muitos anos depois somos apresentados a três personagens caricatos que aparentemente não tem nada haver um com o outro, ou pelo menos era isso o que dava para imaginar no início do dorama. 

O primeiro deles é o famoso mensageiro Healer. Ninguém conhece de fato o seu nome e rosto, e ele é super conhecido por nunca falhar em suas entregas e aceitar todo o tipo de trabalho, com exceção a matar pessoas. O segundo personagem é o mundialmente famoso jornalista e ancora do principal jornal de Seul, seu nome é Kim Moon-Ho. Um homem respeitado por todos, inteligente, elegante e muito atormentado pelo passado. Ele se utiliza de sua posição para cumprir seu sonho obscuro para enfim ter paz. E a terceira peça fundamental da história é a freelancer de um tabloide on-line voltado para escândalos de celebridades, a jornalista Chae Young-Shin.

Eles, em teoria, não deveriam nem se conhecer ou serem relacionados... aparentemente a única coisa que eles tinham em comum era um passado trágico, mas o que eles vão descobrir depois é que esses passados são peças de um quebra-cabeças muito maior e que a existência deles pode colocar em risco uma organização mais velha e poderosa que eles três juntos.

Obs: Atenção que esse plot é a minha versão curta e sem spoilers da história.

OBSERVAÇÕES:


  • O Dorama é muito atencioso aos detalhes que fazem da treta uma trama geral que envolva eles três. O que é bom, pois poderiam ter dado só um motivo nada haver para eles serem relacionados!
  • A forma como cada um dos personagens é caricato e bem construído é bem legal.
  • O Chang Wook é muito lindo e ele consegue fazer vários disfarces na trama e ficar ótimo.
  • Ele disfarçado de nerd tímido é o meu favorito.
  • A forma como surge o romance no dorama é muito apaixonante.
  • O personagen Healer consegue ser um personagem forte e demostrar fragilidade de forma espetacular.
  • Achei o final do repórter Ji Tae meio forçadinho.
  • Tem várias cenas do Chang Wook sem camisa....rsrsrs
  • O drama consegue ser ação, mistério e romance sem perder essência.
  • Episodio 15: Melhor episodio de dorama ever!!!

Ufa...consegui terminar o post que levei uns 15 dias para fazer... porque falar de Healer sem dar spoilers é complicado...

Espero que vocês tenham gostado do post... até o próximo!

terça-feira, maio 09, 2017

[Lista] 4 séries baseadas em livros que você não pode perder

Game of Thrones: De longe a série adaptada de livros que mais fez sucesso até hoje
Ok, eu sei que nós já estamos todos atrasados com os capítulos de série que vemos. Eu sei também que tem mais um milhão de série que queremos ver e nem começamos ainda. Maaaaas, se você curte adaptações (bem feitas) de livros, talvez fosse o caso de você dar uma chance a algumas dessas séries que eu vou destacar a seguir, das mais mainstreams a algumas menos conhecidas. 

1 - Game of Thrones (HBO)


Não! Sério! Por que você ainda não viu GoT? Sério, se você não viu mesmo, para por aqui, vai lá, assiste as 6 temporadas e depois volta pra ler o resto (ok.. é brincadeira). Game of Thrones é, sem dúvidas, a série de maior sucesso que temos hoje e se você ainda não assistiu nenhum episódio, vou tentar convencer você a dar uma chance.
Baseada na série de livros de George R. R. Martin (sim, esse pseudônimo foi meio kibado do Tolkien) As Crônicas de Gelo e Fogo, a série apresenta uma visão fantástica de um mundo que lembra muito a Era Medieval, apresentando muita intriga política, guerras, sexo (muito, as vezes mais que o resto) e personagens bem marcantes. A propósito, não torça por ninguém: a série tem um fator imprevisibilidade extremamente traumatizante e, as vezes, aquele personagem que você ama morre do nada e da pior forma possível. Fora isso, sendo da HBO (que adora uma p#%$aria) e com classificação indicativa para maiores de 18 anos, não recomendamos assistir com a sua família do lado, talvez seja meio chocante e constrangedor. 



2 - Deuses Americanos (Starz/Amazon Prime Video)


Série fresquinha, acabou de iniciar a exibição. Adaptada do livro homônimo de Neil Gaiman, está saindo no Brasil através do Amazon Prime Video (vulgo Netflix da Amazon). Tudo começa quando Shadow Moon, um homem que está cumprindo sentença de 3 anos de prisão é liberado um pouco antes do tempo, logo após sua esposa morrer atropelada. Um homem um tanto estranho chamado Wednesday, que aparentemente é apenas mais um trambiqueiro, lhe oferece um emprego. O que ele não sabe é que Wednesday está viajando pelos Estados Unidos e reunindo vários deuses antigos para começar um guerra sem precedentes.
A série teve seu lançamento em 01/05, já conta com dois episódios (novos episódios toda segunda) e muito sangue. Ah, classificação também é 18 anos.



3 - The Last Kingdom (BBC/Netflix)



Baseada na série de livros de Bernard Cornwell, As Crônicas Saxonicas, a série conta a história de Uhtred um nobre cujos pais foram assassinados quando ainda novo. Levado por Vinkings, acaba se tornando um grande guerreiro. Como é bem comum nos livros do Cornwell, Uhtred é um personagem fictício que tem a função de narrar os acontecimentos reais de algum período histórico, no caso, parte da Era Medieval Inglesa (a primeira temporada se passa no ano de 872. Assim como Game of Thrones, apresenta bastante conspiração e guerra, mas é bem mais leve (afinal a BBC tem uma tendência consideravelmente mais contida que a HBO). A primeira temporada já está disponível no Netflix e a segunda está em exibição.



4 - O Homem do Castelo Alto (Amazon Prime Video)

Baseada no livro de mesmo nome, de autoria de Philip K. Dick, a série da Amazon imagina o que teria acontecido se os países do Eixo tivessem ganho a Segunda Guerra Mundial. O cenário aqui é um Estados Unidos derrotado e com seu território dividido em três partes: a costa leste pertencendo à Alemanha Nazista (o Grande Reich Nazista), a costa oeste pertencendo ao Japão (os Estados Japoneses do Pacífico) e uma área neutra separando as duas. Existe uma grande conspiração política e tensão que pode levar a um guerra nuclear entre Japão e Alemanha, ao mesmo tempo em que uma resistência americana trabalha contra ambos regimes e está juntando vários filmes que mostram uma realidade onde os EUA haviam ganhado a guerra.
A dinâmica da série é um tanto lenta nos primeiros episódios, mas o final da primeira temporada é de explodir a cabeça de qualquer um. Já estão disponíveis duas temporadas e a terceira está confirmada.


É isso, pessoal. Espero que vocês possam dar chances a pelo menos uma dessas séries.
E aí, curtiram? Querem mais listas? Comentem!

segunda-feira, maio 08, 2017

Na Tela #16 - 50 Tons Mais Escuros


Oi Gente...rsrsrs...sei que já faz um tempinho que o filme lançou e tals...mas acho que tive que ver mais uma vez e digerir melhor a história do filme para enfim escrever o post...Valeu Victor!

Bom, quem lembra quando escrevi o Na Tela sobre 50 tons de cinza? Vocês devem lembrar de uma blogueira meio revoltada (ou não) com a adaptação...e admito que sai do cinema muito p&*$ da vida no primeiro filme pois fui com uma expectativa muito alta, quem nunca não é mesmo?

Dessa vez já fui com a mente e o coração mais abertos a ADAPTAÇÃO de fato, o que foi a melhor coisa que fiz, pois gostei mais do filme desta forma. Táaaa... o filme não é uma obra prima da 7º arte e tals...mas admitamos que foi melhor dessa vez que já estávamos preparados para uma adaptação com liberdade de criação também!

Primeira coisa que reparei no filme e que de certa forma já gostei:

A Anatasia Steele está mais emponderadinha!

No primeiro filme vi uma personagem muito apática. Tá que no livro ela também é assim... mas sei lá gente... nesse segundo filme é possível ver essa mudança no personagem e isso foi de certa forma legal. Ponto para ela!

De forma meio tímida no início e depois surpreendentemente com firmeza então ela passa a conseguir dizer ao Christian o que ela gosta, o que não gosta e consegue dar alguns limites ao comportamento dele. Também podemos ver uma personagem mais de boas com a sua sexualidade.

Segundo ponto legal no filme

As máscaras vão caindo, não é mesmo?

Uma das coisas que sempre ouço das pessoas que não gostam da série, ou que nunca leram e mesmo assim não gostam da série é o discurso pronto de: ´´Ele é um lunático abusivo``.

Cada um com a sua opinião, mas uma das coisas que sempre disse para um amigo meu que me falou algo similar, é: O personagem tem uma historicidade que vai um dia revelar o porquê do comportamento dele ser desta forma. Nesse filme os segredos do passado de Christian vão sendo revelados um a um para a Anastasia, e ela vai aprendendo como amar uma pessoa com tantos gatilhos quanto ele. E da forma deles eles vão seguindo e aprendendo.. Juntos.

Terceiro pontinho legal e gritante:

SÓ EU REPAREI QUE A QUÍMICA ENTRE OS ATORES É VISIVELMENTE MUITO MELHOR DO QUE NO PRIMEIRO FILME?

Acho que não...né?

De fato acredito que com a mudança de diretor o filme tomou uma atitude um pouco diferente, e os atores do filme parecem se conhecer melhor nesse segundo momento.

Quarto pontinho:

O cast aumentou um pouco e mudou também! Temos a Kim Basinger com a tão odiada e vaca Mrs. Robinson que  apresentou o mundo de submissão ao Christian na adolescencia.

Ela é uma grande amiga da mãe dele, e admito que adorei a cena que ela é convidada a se retirar nada gentilmente da casa dos Grey´s quando o que ela fez a ele é descoberto pela mãe dele. Valeu Senhora Grey!

Mas admito que um ponto negativo do filme, apesar dela ser uma personagem segundaria e tals...mas mudar a atriz que dá vida ao personagem Mia foi meio forçadinho, não? Apesar disso curti o trocadilho do nome do chefe abusivo da Anastasia: Jack Hyde me fez lembrar do médico e do monstro o que casou muito bem com o personagem mesmo do filme mesmo!

Por fim, mas não menos importante: 

Nunca vamos esquecer da diva Beyonce cantando Crazy In Love de forma tão tentadora e sedutora como vimos no primeiro filme. JAMAIS!

Mas o que também amadureceu de um filme para o outro foi a trilha sonora, que no primeiro ganhou nossos corações, e nesse segundo filme, na minha humilde opinião, me fez querer sair do cinema e correr na livraria e comprar o cd com a trilha sonora original do segundo filme.

Não coloquei muita fé na dupla Zayn e Swift mas acho que a equipe de produção do filme conseguiu colocar a música em uma cena tão linda e casadas, música e cena, provocou um efeito deslumbrante ao momento. Fiquei muito viciadinha na música depois disso. Inclusive estou ouvindo ela agora durante a produção desse post...kkk...sou dessas!

Aí você me pergunta: Mas afinal, Anne você gostou ou não do filme? A resposta é sim! Pois como eu falei antes, já fui ver o filme sem a expectativa de ser muito fidedigno ao livro.


Bom, desculpa a demora em postar esse Na Tela, mas espero que vocês tenham curtido...beijos e até o próximo post!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
© Garota Pai D'égua - Todos os direitos reservados.
Criado por: Bianne Souza.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo