segunda-feira, abril 24, 2017

#PENSANDOBEM quero ir para a Bienal, e agora?









Oi gente...há um tempo atrás encontrei com três queridas amigas que sempre vão em todos os eventos e de quebra ainda levam os livros no sorteio, sério gente, sentem perto delas nos eventos para pegar um pouco da sorte delas nos sorteios #FATO. Mas, brincadeiras à parte elas me pediram para fazer esse post com dicas sobre como se organizar para ir para a Bienal!

Já contabilizo 5 Bienais na mochila, e resolvi atender ao pedido delas e selecionei algumas dicas para se organizar desde hoje para conseguir em agosto/setembro ir para a Bienal deste ano que é no Rio de Janeiro.

Mas ATENÇÃO: geralmente ir para a Bienal do Rio é um pouco mais dispendioso financeiramente do que ir para a Bienal de São Paulo. Não estou dizendo aqui que não vale a pena ir...JAMAIS, vale superrrrrrrrrrr a pena ir para qualquer uma das edições da BIENAL. Estou tentando dizer que você tem que começar a se organizar desde já!!!

Então vamos as dicas:
  1. Se você trabalha ou estuda, veja que período a Bienal estará acontecendo e descubra que tempo você tem para viajar para o Rio de Janeiro. Geralmente as pessoas gostam de ir no fim de semana, mas atenção o último fim de semana SEMPRE é lotadíssimo.
  2. Você já conferiu junto as editoras, blogues, instagrans e afins que autores internacionais e nacionais vão estar na Bienal desse ano? Melhor checar antes de marcar sua data de ida, já pensou comprar as passagens, reservar hotéis/hostels e por aí vai e descobrir que o autor que você tanto ama vai estar lá em um dia que você não vai estar?
  3. Veja com sua família e amigos se não tem mais alguém que possa ir com você, ter alguém para rachar as despesas é sempre muito bom.
  4. Ok, resolvida data de ida de volta, você tem que ter em mente quanto pretende gastar com passagens e hospedagens.
  5. Tendo isso em mente, baixe o aplicativo VOOPTER (pode ser outro app, eu uso este por isso indico) em seu celular e cadastre um alerta de passagens para o Rio de Janeiro com o período que você vai viajar, ele vai te mandar vários e-mails e alertas de passagens de várias companhias aéreas. E fique atento a todo tipo de promoção de passagens aéreas.
  6. E comece a caçar em sites como o decolar.com e o booking.com locais para ficar, caso você não tenha amigos ou conhecidos onde se hospedar.  
Você vai ver que se organizando desde já você consegue ir para a Bienal bem tranquilo pois, pagando tudo agora, até o dia de você ir para a Bienal estas coisas já estarão pagas e você vai com dinheiro para outras despesas que vão surgir.

Resolvi eixar aqui algumas dicas importantes para quando você já estiver no Rio de Janeiro para curtir melhor a Bienal:
  1. Por favor, leve uma mochila resistente! Ela vai ser muito útil.
  2. Pelo amor de zaza não vá de salto para o Rio Centro (onde rola a Bienal) vá de tênis para deixar suas pernas mais à vontade e poder andar MUITO. 
  3. Descubra assim que chegar no Rio de Janeiro quais linhas de ônibus te levam para o Rio Centro. Esse local é muito afastado do centro do Rio de Janeiro. Ele fica de frente para a cidade do Rock.
  4. Descubra também como voltar do Rio Centro para onde você está. Ano retrasado quando fui ao Rio ainda não tinha Uber e tem motorista de táxi que não aceita qualquer corrida, não esquecendo que o dinheiro que você usa para uma viagem longa de táxi, você pode comprar livros...kkkkkk
  5. POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO: LEVE ÁGUA MINERAL NA MOCHILA. Você vai andar muito e ela vai salvar você. Se der leve lanchinhos também.
  6. Se for acompanhado, marque um ponto de referência para vocês se encontrarem, caso se percam e não consigam se falar por celular.
  7. Atenção que na Bienal do ano passado as senhas para autógrafos foram distribuídas no site da Bienal muito antes da Bienal começar. Não sei se vão fazer isso novamente, mas fiquem de olho no site!
  8. Se não conseguiu pegar senha para aquele autografo de autor gringo que você queria: ATENÇÃO! Algumas editoras fazem as vezes sessões de autógrafos com eles em outras livrarias do Rio de Janeiro no mesmo período da Bienal. Foi Assim que eu conheci: Julia Quinn, Carina Rissi e Collen Hoover no ano retrasado.
  9. Nem só de Bienal vive um bookaholic, tire um dia da sua viagem para conhecer alguns pontos turísticos do Rio de Janeiro!
  10. Tire muitas fotos!
  11. Por fim, mas não menos importante: aproveite as filas para autógrafos para fazer novos amigos! Afinal vocês já se conhecem e sabem que tem gostos parecidos, tipo, o autor que vocês estão aguardando para conhecer. Foi assim que eu conheci a Aline Miguel... na fila de autógrafos da Megan Maxwell, ela reparou a minha mala (sim, levei a mala porque não posso carregar peso devido a minha coluna frágil) enquanto me fez sair da fila um estante para correr e comprar todos os livros da autora que eu ainda não tinha, pois ela me falou bem de todos eles... Viu só!
Espero que tenha ajudado, nem que seja um pouquinho, as amigas que pediram este post e a todos os meus amigos bookaholics que estão querendo encarar sua primeira Bienal no Rio.

Fica a dica e até o próximo post!

sexta-feira, abril 21, 2017

Eu li: Três coisas sobre você - Julie Buxbaum

Título:
Três coisas sobre você
Autora:
Julie Buxbaum
Editora:
Arqueiro
Ano:
2016 
Adicione ao Skoob 

Setecentos e trinta e três dias depois da morte da minha mãe, 45 dias após o meu pai fugir para se encontrar com uma estranha que ele conheceu pela internet, 30 dias depois de a gente se mudar para a Califórnia e apenas sete dias após começar o primeiro ano do ensino médio numa escola nova onde conheço aproximadamente ninguém, chega um e-mail. Deveria ser no mínimo esquisito, uma mensagem anônima aparecer do nada na minha caixa de entrada, assinada com o bizarro nome Alguém Ninguém. Só que nos últimos tempos a minha vida tem estado tão irreconhecível que nada mais parece chocante.
Existe vida após TCC? EXISTE! E cá estou para provar isso. Vou falar de um livro que deixou meu coração quentinho depois de terminar de lê-lo, e vou começar contando três fatos sobre moi:
1. O primeiro livro que li na vida foi "Lucíola" de José de Alencar, aos 13 anos;
2. AMO brócolis. Poderia viver só de brócolis pelo resto da vida;
3. Meu jeito favorito de tomar café é sem açúcar e com canela. 
Dito isso, vamos ao que interessa: RESENHA!

A vida de Jessie vira de cabeça pra baixo quando seu pai se casa com uma mulher rica que conheceu pela internet, aproximadamente dois anos após a morte de sua mãe. Por ordens da madrasta, ela vai estudar em uma escola que riquinhos em que seu (agora) meio irmão Theo também estuda. A menina, de cara, já percebe que não vai se dar muito bem ali. Foi "arrancada" de sua cidade, sua escola, sua melhor amiga, pra viver em um mundo que ela claramente não pertencia. Uma patricinha aqui, um jogador de futebol acolá, e as chances de Jessie conseguir se enturmar cada vez mais distantes. Até que, uma semana depois do seu ingresso nesse universo paralelo ao seu, ela recebe um e-mail com o remetente "Alguém Ninguém", e o seguinte assunto: "seu guia espiritual no colégio Wood Valley".

ei, Srta. Holmes. nós nunca nos encontramos e não sei se um dia vamos nos encontrar. quero dizer, provavelmente vamos, em algum momento - talvez eu pergunte a você que horas são ou outra coisa igualmente banal e abaixo do nosso nível intelectual -, mas nunca vamos nos conhecer de verdade, pelo menos não de forma significativa... e por isso pensei em mandar este e-mail sob o manto do anonimato.
Essa pessoa, conhecida carinhosamente como "AN", fez um breve resumo do que Jessie iria encontrar pela frente nessa escola que ele denominou como "uma droga de uma zona de guerra". E ofereceu sua ajuda para ser seu guia espiritual virtual nessa luta árdua pela sobrevivência. Ele a deixou à vontade para fazer qualquer pergunta, exceto sobre a sua identidade, claro. Jessie fica desconfiada, acha que pode ser algum tipo de pegadinha, mas responde o e-mail, e esse é o inicio da amizade mais estranha que eu já vi na vida.

Depois de um tempo, e com as dicas de AN, Jessie acaba fazendo alguns amigos, o que também atrai algumas inimizades. Chega um momento em que ela pede para que ele conte três coisas sobre ele que ela ainda não saiba (além do nome), e isso acaba virando uma rotina entre eles, e também dá nome ao livro.

Posso dizer que, além de Jessie, eu também fiquei louca pra descobrir quem era o misterioso AN. E em um determinado momento da trama, não tem como não formar uma certa torcida pra um dos personagens. Junto com ela, nós bolamos teorias, buscamos sinais, uma dica minima, pra tentar desvendar esse mistério, e é muito divertido fazer isso. AN é um personagem sensacional, sarcástico, bem humorado, o tipo de amigo que todo mundo quer ter, exceto pelo fato de que ele, até um certo momento, não passa de mensagens em uma caixa de e-mail. Mas quando sua identidade é revelada, não tem como não ficar feliz.

Paralelo a isso, Jessie vive o drama familiar de uma madrasta totalmente estranha, uma relação com o pai que é quase inexistente, e um meio irmão que não a trata com muita simpatia. No final, nós temos explicações para o comportamento dos personagens, e percebemos que todo mundo tem um drama particular com o qual precisa aprender a lidar. 

No fim das contas, é um livro com uma certa carga dramática, mas muito amorzinho quando se trata de Jessie e AN (alguém duvidava que ia rolar romance?), divertido e viciante. Não dá pra largar até a gente saber de TUDO, e ainda fica querendo mais. A editora apostou tanto nesse livro, que na época do lançamento fez uma ação: quem não gostasse do livro poderia devolvê-lo e ter seu dinheiro de volta. O meu não sairá da estante e já entrou pra lista de favoritos!

Agora é a vez de vocês! De lerem, e de me contarem três coisas sobre vocês. Vou adorar saber! 

Muito amorzinho <3

quinta-feira, abril 20, 2017

Eu Li: Ônix - Série Lux #2 - Jennifer L. Armentrout

Título: 
 Ônix
Autora: 
Jennifer L. Armentrout 
Editora: 
Valentina
Ano:
2016

Adicione ao Skoob

Estar conectada a ele é uma droga!
Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja... esquentando.
Algo pior do que os Arum ronda a cidade.
O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também. Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível!
Até que, de repente, tudo muda.
Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade.
Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras.

Caros leitores, eu falhei com vocês.
A resenha deste livro WOW deveria estar em vossas mesas há meses! No entanto, vou me redimir fazendo-os desejar a série Lux de todo os vossos corações. Vambora? Vambora!

“Ônix” é o livro 2 da série Lux. O primeiro chama “Obsidiana” e tem resenha aqui no blog então quem ainda não conhece a série pode começar por lá. 
Só para recapitular depois de tanta demora, a série Lux fala sobre eles: ALIENÍGENAS.


oi

Okay, okay, admito que o negócio é mais assim, rsss: 

olaaaaar, tenho interesse

“Ônix” vai iniciar imediatamente após os acontecimentos de “Obsidiana” então temos uma boa percepção de continuidade. No entanto, algumas coisas fundamentais mudaram do primeiro para o segundo livro e, sim, eu amei.

A primeira é que Daemon não é mais aquele babaca arrogante que tem estilo criança do primário que, de acordo com algumas pessoas estranhas, tratam a coleguinha mal como forma de mostrar que gosta dela. Vamos desconstruir isso imediatamente, queridos. Com as crianças e com os caras. 
Em “Obsidiana” o protagonista era assim, cês acreditam? Ele melhorou um pouco no decorrer do livro e agora, em “Ônix” ele se propôs ser o que Kate Swartz precisa. 
Então, amigos, ele está no ponto! Porque Daemon não é um daqueles personagens gentlemans; ele é um tratante, essa é a verdade, mas agora um tratante adorável.

Kate, por outro lado, continua aloka dos livros blogueirinha mas de tanto sofrer  os supracitados surtos like criança do primário, está com o pé atrás. Então por mais que a tentação seja grande, ela ainda fica receosa com o que acreditar quando as coisas vem dele. A diferença é que, por conta dos eventos que aconteceram no livro anterior, agora ela está meio “Carrie, a estranha”, movendo objetos, abrindo portas, quebrando as vidraças e tudo isso com apenas a força da sua mente. Uma mudança e tanto para uma humana, não? 

O fato é que, tirando a confusão de Kate com suas novas habilidades, a autora ficou bastante tempo nessa história de “Daemon está na tua, Kate” vs “Não posso acreditar nele”.
Confesso que estava ficando maçante, inclusive. No entanto, eis que surge um novo aluno na escola deles, chamado Blake, e claro que ele é uma gracinha e gosta de Kate. Até então o clichê está formando, não é mesmo? Eu mesma pensei “Rá, li essas histórias diversas vezes”. Mas aí, meus amores, lá pela metade do livro, a autora puxa o nosso tapete bonito!

Fiquei WOW

Finalmente a história começa a tomar forma e o negócio começa a ferver! 
“Ônix” conseguiu dar um salto duplo twist carpado na evolução de seu enredo e isso é louvável. Em outras épocas eu teria parado imediatamente mas já como sou uma mulher que não desiste facilmente das coisas, consegui ser alcançada por uma história incrível e, adivinhem, QUERO MAIS!

A Editora Valentina é a responsável pela publicação livros da série "Lux" no Brasil e está sendo muito eficiente em seu feito. As capas são parecidas com as capas americanas e isso pode ser bom ou ruim, dependendo da perspectiva. Eu não tenho nada contra. 

E para a felicidade geral da nação, “Opala”, terceiro livro da série, já foi lançado no Brasil e já está em minhas mãos. Então provavelmente na próxima semana, teremos mais alienígenas sexys para vocês!
Por nada. 

Leiam!

quarta-feira, abril 19, 2017

Na Tela #15 - A Cabana

A Cabana é um livro daqueles de autoajuda que cai muito no ame ou odeie. Fez bastante sucesso um tempo atrás e agora está de volta com uma adaptação para os cinemas.

Ok, essa sinopse parece clickbait do facebook...

Título: A Cabana

Autor: William P. Young

Editora: Sextante

Adicione ao Skoob

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

O livro
Mack (Mackenzie) nunca teve uma vida muito fácil. Desde pequeno ele já sofria bastante nas mãos de um pai violento e alcoólatra, coisa que o assombra até a vida adulta. Mas sua maior dor (que ele nomeou de Grande Tristeza) envolve o fato de que, durante um acampamento de férias, sua filha mais nova, Missy, foi sequestrada por um maníaco e dada como morta. Sua relação com Deus e a religião sempre foi complicada e, depois da Grande Tristeza parecia não ter retorno, afinal, se Deus possui toda essa bondade que dizem, como ele pode permitir que seu filhos sofram desse jeito? Eis que certo dia, Mack encontra na sua caixa de correio uma mensagem supostamente enviada por Deus para que ele retorne a Cabana onde foram encontradas as últimas pistas do sequestrador de Missy e o vestido dela. Apesar de todos os indícios de uma armadilha ele retorna ao local do seu pesadelo e lá, ele será confrontado por todos os seus pensamentos e julgamentos.

A Cabana é um livro meio difícil de descrever. Ele apresenta uma visão sobre Deus e toda a religiosidade cristã que é bem diferente do que qualquer religião prega (conseguindo assim o ódio de muita gente que é extremamente religiosa). Ao mesmo tempo trás algumas reflexões interessantes de serem discutidas sobre fé e perdão (e olha que eu nem sou muito fã de autoajuda). Obviamente, Mack realmente encontra com Deus na Cabana, as Esse é apresentado de uma forma completamente diferente do usual. Alias, a chamada Santíssima Trindade, é apresentada aqui bem diferente do usual: Deus é uma senhora negra; Jesus tem traços árabes; e o Espírito Santo aparece na forma de uma moça com traços orientais com o nome Sarayu.

O livro inteiro é construído em cima de diálogos entre Mack, Deus (que ele chama de Papa), Jesus e Sarayu e levam o leitor a refletir sobre tudo que é ensinado e conduzido pelas diversas religiões existentes sobre perdão, fé, punição, pecado, julgamento entre outros. E, ao longo de todas essas discussões, Mack é levado a refletir sobre todo o acontecido na sua vida, desde sua infância difícil até a morte trágica de sua filha. A mensagem ao final do livro é bem positiva e tenta passa a ideia de que não importa muito a religião que você siga, desde que você saiba lidar com as outras pessoas, perdoar os outros e se perdoar.

A Cabana é um livro que eu lá reli algumas vezes e sempre acho interessante encontrar uma camada nova no seu texto a cada leitura. Recomendo muito, desde que você não seja extremamente religioso ou extremamente ateu.

O Filme
Sam Worthington! PQ?!!!!!
E em 6 de abril estreou nos cinemas a adaptação do livro em filme. Estrelado por Sam Worthington (que para quem não lembra é o Jake Sully de Avatar e o Perseu em Fúria de Titãs) como Mack, com Octavia Spencer (de Estrelas Além do Tempo, Histórias Cruzadas e que recentemente ganhou o Oscar de Atriz Coadjuvante) e com uma ponta espetacular da Alice Braga.

A primeira coisa a dizer do filme é que ele é extremamente fiel ao livro: poucas adaptações seguiram a risca a trama da obra original, como A Cabana fez. Tem falas que são transcritas exatamente como no livro. Isso, no entanto, não impediu a direção de alterar algumas coisas e inovar outras. O resultado final é muito bom. A trama é exatamente a mesma do livro, sem alterações, mas se permite reinventar alguns trechos, sem macular o objetivo final. Ponto pra adaptação de roteiro.

A fotografia está espetacular. As cenas que envolvem algo fantástico acontecendo estão muito boas e toda a tristeza envolvida na trama reflete nos cenários e planos de fundo. A cena em que a cabana no meio da neve passa a se transformar num local florido e todas as cenas envolvendo a Sarayu e seu jardim são lindas. Peças de arte.

O casting é o único grande problema do filme para mim. Octavia Spencer, Avraham Avi (Jesus) e Sumire Matsubara (Sarayu) estão muito bem. A dinâmica entre eles, como a Santíssima Trindade ficou ótima e deixou o filme bem emocional. Aliás, o filme inteiro é bem emocionante e isso graças ao casting principal e aos atores do elenco de suporte. O grande problema é o próprio Sam Worthington: ele praticamente não consegue passar emoção em nenhuma cena. Nas cenas em que ele chora, você não consegue acreditar na tristeza e ele tem as mesmas expressões o filme inteiro, seja por estar com fome, seja por descobrir que assassinaram sua filha, seja por ver algo fantástico acontecendo na sua frente.

Mas no final das contas o resultado final é muito bom e vale muito a pena.

Trailer
 

sexta-feira, abril 14, 2017

Nerdice Pai D'égua #18 - Os personagens mais overpower dos mangás (Parte 1)

Estamos de volta ao universo dos Mangás e dessa vez para levantar uma das questões mais polêmicas das discussões nerds: quem é o personagem mais poderoso dos mangás? 

J-Stars Victory VS: Game de luta do PS4 que reúne os personagens mais poderosos dos Mangás da Shonen Jump
Muito diferente dos quadrinhos americanos, os mangás de ação em geral possuem história bem mais fechadas e redondas, sendo divididas em sagas. A continuidade funciona muito melhor que nas HQS (que sofrem com trocas de artistas e roteiristas) e acabamos tendo a oportunidades de ver vários personagens se desenvolverem infinitamente ao longo de vários anos. Por isso sempre existe aquele herói ou vilão que é completamente overpower. Poderes insanos, vilões que são quase deuses e destruições absurdas é o que mais aparecem nesses tramas (quantas pessoas já tentaram destruir a Terra em DragonBall?).  

Baseado nisso, pensamos numa lista top 10 com aqueles personagens de mangá que chegaram a um nível absurdo de poder e já se tornaram quase inatingíveis. Maaaaas, antes de começarmos valem alguns avisos:
- A lista a seguir não é absoluta. Provavelmente existem vários personagens de outros mangás que mereciam estar aí, mas, infelizmente (ou felizmente) existem diversas publicações que eu ainda não li;
- A lista pode conter alguns spoilers sobre as tramas dos personagens e dos mangás em si;
- Não inseri nenhum personagem que já está morto;
- Não estou contando nenhum tipo de fusão de personagens.

Vamos começar:
10 - Time Kakashi - Sasuke Uchiha/Naruto Uzumaki/Sakura Haruno (Naruto)


O trio de protagonistas de Naruto ocupa a décima posição. Importante destacar os três em um único tópico pois cada um deles treinou com um Ninja Lendário da Vila da Folha (Sakura com Tsunade, Sasuke com Orochimaru e Naruto com Jiraya) e ao final de seu desenvolvimento conseguiu superar seu mestre. Fora que, apesar de cada um deles já ter um poder bem exagerado, o overpower da coisa é justamente quando os três lutam juntos. Vamos as descrições:
- Naruto possui o poder da Raposa de Nova Caudas que garante força, agilidade e uma quantidade absurda de chakra. Além disso, domina o uso da energia natural no modo sennin e dispõe da natureza de chakra do vento para usar golpes como o Rasenshuriken. 
- Sasuke possui o Mangekyou Sharingan (um dos poderes mais roubados já inventados em histórias de mangás) que lhe permite o controle do Amaterasu (o fogo negro perpétuo), do Susanoo (um gigante de chakra que auxilia seu usuário durante a luta) e do Tsukuyomi (a técnica ninja de ilusão mental mais poderosa que existe). Ele ainda possui o controle do trovão.
- Sakura tem um grande poder de cura (assim como sua mestra Tsunade) e força física absurda podendo canalizar seu chakra nas mãos para desferir golpes. Ela também possui o selo de regeneração que quando liberado fornece ainda mais força para luta física e habilidade de cura corporal quase infinita.


9 - Ronronoa Zoro (One Piece)



Um espadachim que luta com três espadas ao mesmo tempo é a nona posição. Talvez o segundo mais poderoso lutador da tripulação dos Piratas do Chapéu de Palha (perdendo apenas para o próprio Luffy), seu maior sonho é se tornar o maior de todos os espadachins. Ele já lutou e treinou com Dracule Mihawk (falaremos mais a frente), ja usou suas espadas para cortar um guerreiro feito de ferro, possui uma força absurda e seu maior poder é o de resistência (que já sabemos ser maior que o do Luffy). Ele apanha muito, mas praticamente nunca para, por pior que seja o seu estado de saúde.

8 - Monkey D. Luffy (One Piece)



Capitão do Bando do Chapéu de Palha, Luffy, quando criança, comeu o Gomu Gomu no Mi (um dos lendários frutos encontrados no mundo de One Piece) que lhe concedeu os poderes de um homem elástico. Assim, ele pode manipular a vontade o formato de seu corpo para desferir os golpes mais estranhos possíveis, além de possuir muita força e resistência. Além disso ele sabe usar o poder dos Gears: uma técnica que utiliza o controle sobre a circulação sanguínea para aumentar a força e a velocidade do corpo.

7 - Boa Hancock (One Piece)


Única mulher membro da Shichibukai (grupo composto pelos mais perigosos piratas do mundo, à serviço da marinha) e uma das personagens mais complexas dos mangás. Ela com certeza não é uma heroína, nem uma anti-heroína. Ela joga sempre para defender os seus interesses como líder de Amazon Lily e da tribo das Kuja (império composto apenas por mulheres e oculto nos mares) ou para defender sua paixão pelo Luffy. Ao seu lado ela conta uma grande força e habilidade de luta, além de ter comido o Mero Mero no mi. A fruta lhe concedeu o poder de transformar em pedra qualquer pessoa que a olhe com "pernsamentos sujos" e o poder de sedução que pode fazê-la controlar praticamente qualquer pessoa.

6 - Dracule Mihawk (One Piece)




Outro membro da Shichibukai, esse sim é o maior espadachim do mundo (Zoro ainda vai ter que superar ele para realizar seu sonho). Outro personagem meio difícil de entender, mas com muito mais cara de ser um anti-herói. Mesmo sem ter comido nenhum Akuma no mi (os frutos lendários citados nos textos sobre Luffy e Boa) ele é um dos mais poderosos personagens de One Piece e dos mangás. Possui o poder de enxergar a grandes distâncias e encontrar qualquer pessoa no meio de uma multidão (habilidade de lhe conferiu o título de "Olhos de Falcão"). Além disso ele usa a Kokutou Yoru, a espada negra que é quase do tamanho dele, apesar de que ela só é utilizada quando ele considera seu adversário digno. Senão, ele se limita a usar a adaga Kogatana, uma lâmina que carrega em seu colar.

Ufa... Muito poder doido, não? Não percam na próxima semana, mais 5 personagens e seu poderes exagerados.





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
© Garota Pai D'égua - Todos os direitos reservados.
Criado por: Bianne Souza.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo