quinta-feira, maio 28, 2015

Pa Book Club Maio.2


Hello amadinhos, como estamos?

Desculpem a demora na publicação do post, mas fui acometida por uma ressaca literária dessas que sequestram a sua criatividade e colocam ela em uma sala com isolação acústica. Como escrever, se minha inspiração foi para tão, tão distante para resgatar a criatividade?

Mas, hoje, com a felicidade que me acomete porque amanhã já teremos feira do livro na nossa amada cidade das mangueiras, as duas (criatividade e inspiração) deram um triplo salto cravado na minha mente e aqui estamos para mais um post sobre nosso amado Pa Book Club.

No último dia 24, domingo, por volta das 15h, aconteceu na Saraiva Mega Store, nosso segundo encontro para compartilharmos nossas impressões sobre as leituras do mês. Me alegro muitíssimo em dizer que vi muitas carinhas novas no encontro.  E que continue assim!

Nossa queridinha e arrebatadora Miss Fofinha (Fernanda Karen) foi a mediadora nesse encontro, mostrando como ela é altamente sistemática (risos) na hora de passar a palavra aos participantes. Adoroooooooo a forma como ela consegue misturar todo mundo, e ainda assim a gente conseguir se encontrar na hora de soltar o verbo sobre livros.

Uma das coisas que chamou a atenção nesse domingo, pelo menos na minha humilde opinião, é que nossos amados estavam altamente profícuos com suas leituras. Muitas leituras com um certo gostinho na crítica. E outros gêneros surgindo, com um apelo baixinho para deixar ele entrar na roda, como a poesia. Quem sabe, ´´role`` até um dos nossos momentos temáticos futuros para a linda e apaixonante poesia?

As conversas e brincadeiras sobre os livros rolaram soltas, porque o gostoso do club do livro é você se encontrar entre amigos que por mais que não curtam o mesmo gênero de livros que você, e alguns fazerem as piadinhas mais persistentes (né, Thiago?) eles te acolhem e te ouvem, dando vida a assertiva filosófica: ´´Posso até não concordar com o que você fala, mas, defenderei até a morte o seu direito dizê-lo``. E assim a gente se entende!

 Como de costume um pouco de tudo se viu, e estes são alguns dos livros mencionados:



Atenção ao livro ostentação da vez! O mordível Rafael Lutty levou o lindo livro do Tim Burton para o encontro, e não deixou ninguém sair da sala até o precioso dele voltar, inteiro, para as mãos dele. Sem, direito a empréstimos nesse caso...kkkkk

E esses são só alguns, a casa estava cheia, e apesar de nem todo mundo ter falado, foi uma delícia. Deu para fazer uma listinha básica de indicações, empréstimos foram feitos, e reuniões secretas de spoilers foram marcadas que eu sei...kkkkk. Autores e livros conhecidos nossos, e outros que foram novidades surpreendentes.

E como não podia deixar passar, eu paparazziei muito nesse encontro, para trazer as fotinhos lindas para vocês!






Então, se você ainda não foi a nenhum dos nossos encontros, deixe disso... e anote na agenda. Todo o primeiro sábado do mês, a partir das 9h da manhã estamos na Fox Vídeo esperando você. E se ainda assim por algum motivo você não for, você ainda tem chance de encontrar a gente, no último domingo do mês às 15h lá na Saraiva.

E fica esperto, e adicionado o grupo Pa Book Club no FaceBook, porque lá você fica sabendo dos nossos eventos e encontros direitinho.

Espero que vocês tenham gostado do post...e até a próximo!

sexta-feira, maio 22, 2015

Eu Li: Acesso aos Bastidores - Olivia Cunning


Título:
Acesso aos Bastidores
Autora:
Olivia Cunning
Editora:
Paralela
Onde comprar:
Saraiva | FNAC | Submarino

Myrna é professora de psicologia e fanática pela banda Sinners. Especialmente por Brian Sinclair, o guitarrista e compositor que, além de talentosol, é deliciosamente lindo. Ela se surpreende ao encontrar a banda no mesmo hotel em que está hospedada para participar de uma conferência. Mais surpreendente ainda é, após alguns drinques juntos, despertar o desejo de Brian. Ela sabe que a vida de astro de rock tem um preço e estaria feliz deixando essa paixão para trás. Mas será que Brian e Myrna conseguirão ficar separados? Quando o passado de Myrna ameaça sua vida, Brian precisa decidir se aquilo que tiveram juntos não é a resposta que ele buscava há tanto tempo.

Oi gente, como estamos?
 
*suspiros*

A resenha de hoje vai começar com a seguinte frase: "Me amarrota que eu fiquei passada com esse livro!" Quem me conhece no blog sabe que resenho um monte de livros hots para o mesmo, constantemente, mas esse...bem...esse... até a capa dele é quente! kkkk

Sra. Olivia Cunning, parabéns! Depois de muitos livros do gênero, a senhora conseguiu me deixar sem jeito, envergonhada e sem palavras para descrever esse livro. Gente, não é drama não. Esse livro me desmontou! As minhas bests que sempre pegam livros para ler aqui em casa, me perguntaram o que eu achei do livro, e eu não consegui responder, só disse que ele me deixou com vergonha alheia, mas de um jeito muito bom, como se as cenas fossem comigo! #abana

E quando eu penso que ainda tem mais livros da série, acho que não vou sobreviver ao fim da história...kkkkkkkk...me surpreendi com a Paralela por esse lançamento inesperado. Mas, ok!

A história conta como a Myrna, uma professora de sexualidade humana com todos os títulos possíveis, mestrado, doutorado e Ph.D, e tudo, com classes lotadas e pesquisas altamente patrocinadas, e ainda assim portadora de um passado assustador, conhece o muso de seus sonhos, o Brian ``Mestre`` Sinclair, um compositor fantástico e guitarrista impossível da banda #SINNERS, em um de seus congressos da faculdade.

O ´´mestre`` Sinclair, está com uma mega ressaca, por que foi traído por mais uma de suas namoradas. E apesar de ser um rockeiro consagrado, ele se joga de cabeça nesses relacionamentos, e toda vez é a mesma coisa, ele quebra a cara. Até que ele volta para a sua mesa com os outros membros da banda e encontra uma mulher de terninho fazendo todo mundo rir.

Myrna tem a oportunidade de pegar qualquer um dos membros da banda de bom grado, mas o que ela quer mesmo é o que não quer papo com ninguém. Mas, no fim da história ela consegue convidá-lo para o quarto dela. Só que as coisas não vão como ele planejava...kkkkkkkkkk...foi engraçado, mas eu não posso contar porque é spoiler.

E assim vai nascendo o relacionamento deles, enquanto ele encontra sua musa inspiradora no corpo da Myrna, literalmente, ela acha um bom jeito de passar o seu tempo, sem compromissos. E é entre esses amassos em qualquer lugar, e sem medo de ser descoberto em lugares públicos, que eles vão levando o relacionamento até que Myrna tem que voltar para a realidade da sua vida diária, e sem o Brian.

Só que o Brian vai ter que ir cantando para convencer a Myrna a ficar ao lado dele e dar uma chance para eles. E enfim convencê-la a fugir com ele para Vegas e se casar. Gente ele propõe isso para ela em menos de UMA SEMANA...kkkkk

O que eu mais achei desconcertante foi a forma que ele entra em transe quando ele está ´´naqueles momentos`` com a Myrna, e do nada ele para e começa a escrever letras de músicas no corpo dela, ou em qualquer papel que esteja por perto. Totalmente deixando a Myrna na mão de vez em quando. Se é que dá para entender....kkkk

Outro desconcerto é que ele está compondo música com a Myrna e de repente para tudo, levando-a nua para frente dos outros membros da banda e eles vão tocando a partitura do corpo dela. E nem pergunta se ela concorda em se expor assim...aff

E assim o Brian vai descobrindo o que aconteceu no passado da Myrna para ela odiar tanto a palavra que começa com A@#$..

O livro chamou a minha atenção porque realmente parece que a autora andou frequentando os bastidores de alguma banda de rock, para conhecer tantos detalhes.
 
Espero que vocês tenham gostado da resenha. Até o próximo post!
 
 

quarta-feira, maio 20, 2015

Eu Li: Dois Garotos se Beijando - David Levithan



Título:
Dois Garotos se Beijando
Autor:
David Levithan
Editora:
Galera Record
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC


Baseado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids, o livro segue os passos de Harry e Craig, dois jovens de 17 anos que estão prestes a participar de um desafio: 32 horas se beijando para figurar no Livro dos Recordes. Enquanto tentam cumprir sua meta — e quebrar alguns tabus —, os dois chamam a atenção de outros jovens que também precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer.


David Levithan não conhece limites. Para quem não o conhece, o autor de “Todo Dia” e “Garoto Encontra Garoto”, também lançados no Brasil pela Galera Record, tem uma fama fixa de maravilhoso, mas com “Dois garotos se beijando” ele alcançou um nível difícil de superar. Serei franca com vocês: esse é o meu novo livro favorito de David Levithan e vou tentar explicar o porquê. Acompanhem-me.

Para começar, a narrativa “Dois garotos se beijando” é bem diferente, cativante e emocionante. A primeira vista, é uma narrativa confusa porque é na 1ª pessoa do plural. Os “nós” que nos contam a história são personagens históricos. Pessoas que morreram há anos por “n” motivos, mas todos relativos à homossexualidade. Se hoje, que estamos com um avanço incrível de direitos, temos casos lamentáveis sobre mortes de homossexuais, imaginem nos anos 60, 70. A sinopse no Skoob diz que o livro “é inspirado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids”, mas não apenas. Esses narradores tocaram profundamente o meu coração como leitora e como ser humano. Espero de coração que eles também incomodem vocês.

“Dois garotos se beijando. Vocês sabem o que isso que dizer. Para nós, era um gesto tão secreto. Secreto porque sentíamos sempre medo. Secreto porque sentíamos vergonha. Secreto porque era uma história que ninguém estava contando. Mas que poder isso tinha. Quer nós disfarçássemos como a desculpa de ‘você será o garoto e eu serei a garota’, quer chamássemos de forma desafiadora pelo nome correto, quando nos beijávamos era quando sabíamos o quanto era um gesto poderoso. Nossos beijos eram sísmicos. Quando vistos pela pessoa errada, podiam destruir. Quando compartilhados com a pessoa certa, tinham o poder da confirmação, a força do destino. (...)Todas as vezes que víamos dois garotos se beijando assim, o poder aumentava (...) Estamos falando de ver dois garotos que se amam se beijando. Isso tem muito mais poder do que o sexo. E mesmo se tornando lugar-comum, o poder ainda está presente. Todas as vezes que dois garotos se beijam, o mundo se abre um pouco mais. Seu mundo. O mundo que deixamos. O mundo que deixamos para vocês. Este é o poder de um beijo: ele não tem o poder de matar você. Mas tem o poder de trazer você à vida.”
O livro é, basicamente, feito de fragmentos tocantes. E são fragmentos carregados de representatividade e repletos de significados.

Outra singularidade é que o livro não possui capítulos. Ele nos é contado em pequenas partes das várias ações dos personagens abordados. Harry e Craig querem quebrar o recorde mundial do beijo de maior duração. A meta deles é passar pouco mais de 32 horas se beijando. E, acreditem, não é um objetivo simplório. Eles querem mostrar ao mundo que não há nada de errado em um garoto beijar outro garoto. Que não faz sentido sentir ódio pelo amor do outro. Seus motivos são fortes e não será fácil vencer esse desafio.

Paralelo a eles, também conhecemos Cooper, Peter, Neil, Tariq, Avery, Ryan e suas respectivas vidas. Todos eles tem algo em comum: gostam de garotos. Mas algumas dessas vidas são bastante discrepantes. É possível um ser humano passar por uma mesma situação que outro e ter uma reação diferente. Faz parte da ontologia de todos nós. David Levithan nos apresenta a vida desses personagens com suas dificuldades, seus medos e suas alegrias e, acreditem, é um privilégio conhecê-los.

Preciso constar aqui que chorei bastante com esse livro. Cada um dos personagens me envolveu de tal forma que creio estar transformada para sempre.

Enquanto isso, os narradores vão nos dando perspectivas interessantes de vida. Não apenas da vida dos personagens, mas vislumbres de como suas próprias eram, do que poderia ter sido para eles e de como as coisas são hoje . É doloroso e maravilhoso ter esse ponto de vista.

“Vocês não tem como saber como é para nós agora; sempre estarão um passo atrás. Agradeçam por isso. Vocês não tem como saber como era para nós antes; sempre estarão um passo à frente. Agradeçam por isso também. Acreditem em nós: existe um equilíbrio quase perfeito entre o passado e o futuro. Enquanto nos tornamos o passado distante, vocês se tornam um futuro que poucos de nós poderiam ter imaginado. (...) Houve uma época em que éramos como vocês, só que nosso mundo não era como o seu. Vocês não fazem ideia do quanto chegaram perto da morte. Uma geração ou duas antes, e vocês talvez estivessem aqui conosco. Nós nos ressentimos de vocês. Vocês nos deixam pasmos.”

Sempre que me refiro a David Levithan, comento que ele escreve livros sobre pessoas e que tem conflitos de pessoas; mesmo que várias delas sejam homossexuais. O autor não costuma traçar uma linha entre héteros e gays. Hey, todos somos pessoas e todos temos problemas, certo? Certo. Mas em “Dois garotos se beijando”, David Levithan arregaça as mangas e põe a mão na representatividade. Ele expõe aqui conflitos que os gays passam em suas diversas formas. Pais que não aceitam, pais que acolhem, pais que sabem - mas preferem fingir que não está acontecendo nada, violência sofrida por estranhos, violência (física e/ou psicológica) sofrida em casa... são situações diversas; algumas maravilhosas e outras alarmantes. São fatos e não podemos fingir que não existem. O autor, em sua prosa poética, tem uma conversa franca com o leitor sobre como a vida pode ser injusta com algumas pessoas só pelo fato de elas serem quem são.

“Dois garotos se beijando” é um livro necessário. Sério, queria comprar caixas dele e sair distribuindo pela minha cidade. David Levithan é maravilhoso e incrível no que se propõe a fazer e sou grata pela oportunidade de ter suas obras em minha estante e em minha vida. Se vocês tiverem acesso à ele, não hesitem! Esse livro não vale 5 estrelas; vale constelações inteiras.

segunda-feira, maio 18, 2015

Encontro de Leitores Seguinte: A Herdeira (Belém)

Como estamos, altezas?

Esse final de semana bombou aqui em Belém!
No sábado, dia 16 de maio, tivemos o Encontro de Leitores Seguinte sobre o livro "A Herdeira"!
O seu lançamento oficial foi no dia 05 de maio, e saiu respectivamente na gringa e no Brasil.
"A Herdeira" é o 4º livro da série "A Seleção", de Kiera Cass. A Editora Seguinte arrasou nas edições (sim, tem uma edição normal e uma exclusiva, numerada e em capa dura!) e patrocinou o evento nos mandando vários brindes exclusivos! ♥

Livros da série A Seleção
Os leitores lotaram o auditório da livraria Saraiva! Por mais que quiséssemos dar todo o conforto que os leitores merecem, um evento lotado sempre dá o que falar. Portanto, meu abraço a todos que ficaram firmes e fortes durante toda a tarde participando do bate-papo e torcendo na dinâmica.
O fã clube The Selection PA também marcou presença e animou bastante o ambiente (levaram cartaz e tudo!).
Os participantes estavam muito animados e envolvidos e confesso que é uma sensação maravilhosa organizar um evento para pessoas tão incríveis.
Obrigada, leitores de Belém!

Bate-papo
Como comentei anteriormente, montamos uma dinâmica de perguntas e respostas (o pessoal estava tão animado que teve duas rodadas MWHAHAH) e depois fizemos o sorteio dos brindes.
A editora Seguinte também mandou a prova antecipada de "A Rainha Vermelha", que será lançado no mês de junho aqui no Brasil. Dois sortudos levaram a prova para casa e deixaram vários leitores ansiosos pelo lançamento.
E falar em sortudo, já está sendo costume o Carlos Eduardo levar os livros autografados dos eventos para casa, né? hahaha

Alguns dos sortudos! (Eu e Bianne estávamos de coroa porque somos dessas.)
Agradeço MUITO pela presença de todos que comparecem ao encontro de leitores, e também à Editora Seguinte que sempre coloca nossa cidade em seu circuito de eventos.
E em breve teremos mais!
Fiquem de olho no conteúdo do blog para mais informações.
(Confiram todas as fotos no álbum do evento na página do blog.)

Príncipes e princesas 
Até breve, realezas! ♥



sexta-feira, maio 15, 2015

Eu Li: Devoção - J C Reed


Título:
Devoção
Autora:
J C Reed
Editora:
Única
Onde Comprar:
Saraiva | FNAC | Submarino

Com uma promissora carreira pela frente, Brooke Stewart não é o tipo de pessoa que se envolve em relacionamentos, principalmente em seu trabalho. Entretanto, ao ser enviada para fechar um grande negócio na Itália, ela percebe que uma das peças-chave do seu novo projeto é o cara que ela havia abandonado dias antes em sua cama. Jett era um homem de negócios. E altamente atraente. Seu sorriso malicioso escondia seus verdadeiros intuitos e seus olhos verdes eram um convite permanente. Sexy e arrogante, um cretino e um estranho, disposto a conseguir tudo o que quer e, desta vez, ele desejava Brooke, não importando o preço a pagar.


Hello amadinhos, como estamos?

Ando meio enrolada em leituras técnicas, logo afastada estou dos meus amados posts para o blog. Mas, aqui estamos nós para apresentar mais uma conquista nossa. A quentíssima da editora Única nos aceitou como parceiros esse ano, logo a resenha de hoje é comemorativa para mim, que adoro muitos livros dessa editora.

Já tinha lido o livro de hoje, em e-book, e quando a editora me deu a oportunidade de escolher um título, resolvi escolher o primeiro livro da trilogia Devoção, pois eu queria relembrar a história da honesta ao extremo Brooke Stwart com o nosso intenso empresário e altamente persuasivo Jett Mayfield.

Adianto aos leitores que no final dessas 286 páginas você vai encontrar um final conflituoso e praticamente um tapa na cara de tão brusco que termina. Por isso, quando terminei de ler, corri para o Twitter para reclamar com a chefa sobre quando eu iria conseguir a continuação. TT.TT vou ter que esperar um pouquinho, pois apesar de já ter a série de livros toda publicada, tenho que esperar o mês que vem...rsrsrsrs!

Nem preciso falar que é um romance, né gente? Quem conhece as minhas resenhas bem sabe que sou gamada neles, e não abro mão (ou pelo menos por hora, pois andei lendo uns livros de suspense e drama, que particularmente chamaram a minha atenção) e como romance tem que ter a sua pegada forte no roteiro.

De uma forma bem ampla, o livro conta a história de uma mulher com seus traumas e suas metas a alcançar, que conhece um desconhecido num bar e na manhã seguinte ela acorda de ressaca e com um galã de novela italiana NU ao seu lado. Brooke não tem o habito de fazer esse tipo de coisa, e ela se encontra em um relacionamento meio estável atualmente, então ela logo se sente culpada por trair seu professorzinho.

Uma das coisas que a Brooke fica se perguntando é: como esse projeto de modelo italiano, com lindos cabelos negros meio longos e com intensos olhos claros, pode parecer tão confiante logo de manhã cedo? Jett não está acostumado a ser rejeitado com tanta honestidade, na verdade ele não está acostumado a ser rejeitado de forma alguma. Então tudo se torna um desafio novo para ele, quando a "deliciosamente honesta" Brooke, começa a recolher suas roupas no quarto e olhar feio para ele.

Para Brooke depois desse fatídico início de dia tudo começa a dar errado! Ela é demitida e o namorado dela termina com ela. Mas a luz no fim do túnel chega a galope, e nem deixa ela ficar com a cara inchada de tanto chorar. Uma mega proposta de emprego surge na vida dela, seguida de uma passagem para a Itália.

O que a Brooke não sabia era que o novo empregador dela era o ricamente poderoso Jett Mayfield. Então ela encontra com ele e vai logo soltando os cachorros nele...kkk...particularmente uma das coisas que mais gostei na Brooke é isso. Ela é sempre honesta.

E admito que não gostei do Jett logo de cara, porque apesar de ele ser lindo e tudo, como posso confiar em um personagem que sempre tem tudo o que quer? Mas foi divertido ver a forma como ele vai seduzindo a Brooke até ela pedir ´´penico``.

Quando eles estão em modo ´´work``, a história deles está  entrelaçada a um caso especifico: o caso da compra da propriedade Lucazzone na Itália para a construção de um complexo de casas de luxo. A reviravolta na história é prestar a atenção em todos os detalhes relacionados a essa compra com o comportamento do Jett. Então você vai descobrir o mistério que envolve Brooke, Jett e essa casa na Itália. 

Então quando as peças se encaixaram e eu descobri o que aconteceu, eu super concordei com a autora por escolher a posição da Brooke sobre o ocorrido, e se eu já fiquei com o pé atrás com o Jett no início do livro, no final eu totalmente não fui com a carinha linda de matar dele. Mas, ainda assim, quero saber o que vai acontecer nos próximos capítulos.

Enfim, fica a dica...e espero que vocês tenham gostado.

Até a próxima!


terça-feira, maio 12, 2015

Eu Li: Ligeiramente Maliciosos - Os Bedwyn #2 - Mary Balogh + PROMOÇÃO!


Título:
Ligeiramente Maliciosos
Autora:
Mary Balogh
Editora:
Arqueiro
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC

Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.
Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.
Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.
Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?
Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

Pensei que meu encanto pelo casal do primeiro livro seria insuperável ao longo dessa série mas, felizmente, me enganei. No primeiro livro eu me surpreendi por causa da diferença de contexto, da bagagem dos personagens. Nesse segundo livro a autora me encantou mais ainda, pois me senti próxima de Judith de um jeito único, no jeito como ela se sente, na vontade fazer uma coisa louca sem medo de se arrepender.  

Judith foi criada por um religioso, seu pai, que sempre a ensinou a se cobrir, cobrir seus cabelos, vestir roupas largas, etc. Judith sempre acredito que era feia e que por isso precisava se esconder tanto. Devido aos gastos insanos de seu irmão tentando pertencer a alta sociedade e buscando evitar que uma de suas irmãs perdesse a oportunidade de se casar com alguém que amassem, Judith aceita se tornar dama de companhia  na casa de sua tia pra tirar as despesas com ela das costas de seu pai. No caminho para a casa da tia acontece um acidente com a diligiência que a levava e diante da oferta de "carona" de um senhor distinto em seu cavalo, Judith decide assumir a identidade de Claire Campbell e fazer algo louco pelo menos uma vez na vida.

Claire Campbell é uma mulher independente, um atriz talentosa. Ela aceita a oferta de Ralf Bedard para levá-la até a hospedaria mais próxima, ao mesmo tempo esperando viver uma aventura maravilhosa, que por causa da atração imensa entre os dois logo se transforma em uma tórrida noite de amor. O que Judith não desconfia é que Ralf também não é quem diz ser, pois é ele Rannulf bedwyn, irmão do Duque de Bewcastle, e está indo conhecer sua possível futura noiva, prima de Judith. E claro, quando os dois se reconhecerem, a atração voltará com tudo e ficará difícil disfarçar. Em meio a diferença de classes entre eles, a insegurança de Judith e a vontade de fazer o que é certo de Rannulf, essa história ainda vai dar muito o que falar. 

E deu muito o que falar, e eu acompanhei cada página com o coração acelerado, torcendo para mais e mais interações entre eles, para que Rannulf percebesse logo seus sentimentos e Judith pudesse recuperar um pouco de sua auto-estima. Foi uma história super diferente para mim por causa da personalidade de Judith, frágil, mas com uma força esperando para ser descoberta. O modo como ela precisa se aceitar, o modo como ele precisa aceitá-la, superando seus preconceitos e dando ouvido ao coração é muito legal, muito fofo, e e eu ficava com vontade de comemorar a cada pequena evolução do casal.

Agora o personagem que mais me deixa curiosa é o próprio duque de Bewcastle. Cara, ele é muito arrogante, muito superior aos pobres mortais. Fico imaginando como será quando ele se apaixonar, qual será a personalidade de sua parceira. só sei que ela deverá ter uma paciência de Jó e dar umas boas respostas bem na cara dele para ele deixar de ser metido. O próximo livro ainda não é o dele, e sim de Freyja, que promete uma história muito interessante, pois ela já se apaixonou uma vez e acha que nunca mais vai se apaixonar. Ansiosa *-*





~PROMOÇÃO!

Para dar a oportunidade de algum leitor sortudo ler esse livro super, super legal, o blog, em parceria com a editora Arqueiro, está sorteando um exemplar de Ligeiramente Maliciosos. Para participar é só ter um endereço de entrega no Brasil, preencher as entradas obrigatórias no formulário abaixo, e torcer muito! Ah, comentários na resenha valem pontos extras :D


a Rafflecopter giveaway



~RESULTADO!

Parabéns Jois Duarte! Você tem até domingo para enviar seus dados para o e-mail garotapaidegua@hotmail.com.

Aguardem as próximas promoções pessoal :D

sexta-feira, maio 08, 2015

Eu Li: A Teoria de Tudo - Jane Hawking


Título:
A Teoria de Tudo
Autora:
Jane Hawking
Editora:
Única
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC

A história de Stephen Hawking é contada pela luz da genialidade e do amor que não vê obstáculos. Quando Jane conhece Stephen, percebe que está entrando para uma família que é pelo menos diferente. Com grande sede de conhecimento, os Hawking possuíam o hábito de levar material de leitura para o jantar, ir a óperas e concertos e estimular o brilhantismo em seus filhos entre eles aquele que seria conhecido como um dos maiores gênios da humanidade, Stephen.
Descubra a história por trás de Stephen Hawking, cientista e autor de sucessos como Uma breve história do tempo, que já vendeu mais de 25 milhões de exemplares. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos, enquanto conhecia a jovem tímida Jane, Hawking superou todas as expectativas dos médicos sobre suas chances de sobrevivência a partir da perseverança de sua mulher. Mesmo ao descobrir que a condição de Stephen apenas pioraria, Jane seguiu firme na decisão de compartilhar a vida com aquele que havia lhe encantado. Ao contar uma trajetória de 25 anos de casamento e três filhos, ela mostra uma história universal e tocante, narrada sob um ponto de vista único.
Stephen Hawking chega o mais próximo que alguém já conseguiu de explicar o sentido da vida, enquanto Jane nos mostra que já o conhecia desde sempre: ele está na nossa capacidade de amar e de superar limites em nome daqueles que escolhemos para compartilhar a vida. O livro que inspirou o emocionante filme A Teoria de Tudo.

Todos aqui já devem ter tido algum contato com esse livro, ou com o filme que foi inspirado nele (que resultou no Oscar de melhor ator para o adorável Eddie Redmayne). Amei a adaptação e estava MUITO ansiosa para ter acesso ao livro. Obviamente que já esperava que o conteúdo do livro fosse mais rico, mas não imaginava o quanto! Jane Hawking, que foi a esposa do famosíssimo físico Stephen Hawking, tem um talento maravilhoso para narrativa e a história explica muito o porquê.

“A Teoria de Tudo” é basicamente um relato sobre a vida de Jane e Stephen Hawking. A narrativa nos expõe a perspectiva de Jane sobre o cotidiano nada normal do casal, desde que eles se conheceram até muitos anos depois de casados. Stephen Hawking foi diagnosticado com uma doença degenerativa conhecida como ELA (esclerose lateral amiotrófica) e isso alterou completamente a rotina deles. Jane sabia da condição de Stephen antes mesmo do casamento, em 1965, e aceitou o desafio de viver com ele até onde a vida os levasse.

“Então estávamos tão confiantes em nós mesmos, e tão ansiosos para o nosso futuro começar, que não permitimos que esses problemas mundanos nos incomodassem por muito tempo... Também sabíamos muito bem que, em nosso idealismo, estávamos, de modo deliberado, desafiando o senso comum e tudo o que era cauteloso, convencional e normal...”

Jane foi uma jovem muito independente; Intercâmbios e várias viagens quando universitária fazem parte do seu currículo. Formada em literatura, estudando mais especificamente a poesia medieval espanhola, Jane é encantadora e extremamente inteligente. Sem falar na paciência de Jó; se conviver com um gênio não deve ser fácil, imaginem o que é viver no meio de uma comunidade acadêmica que estava revolucionando o modo como o mundo via o universo.

No começo, Jane era vista apenas como esposa simplória de um físico, mas tempo e oportunidade mostraram que ela tinha muito mais a oferecer. Pela minha interpretação do texto, Jane foi de fundamental importância para Stephen Hawking ser quem ele é hoje. Jane o ajudou e esteve com ele em momentos tão diversos e difíceis que, me colocando no lugar dela, não sei como eu reagiria ao que ela passou. Não foram apenas pedras no caminho, obviamente, mas Jane cuidou de Stephen, e dos filhos que vieram depois, por muitos anos sozinha! Ela expõe as limitações físicas (sua, por ser mulher e de Stephen, por ser deficiente) de forma realista e leva o leitor a compreender muitas coisas acerca de acesso.

O casal Hawking, mesmo com todas as limitações, fez diversas viagens e morou em vários lugares, tudo em prol do sucesso acadêmico do físico. No decorrer dos anos, Stephen ganhou muitos prêmios e Jane teve um papel fundamental em seu sucesso. Com uma linguagem acessível, Jane Hawking dá alguns exemplos das pesquisas de Stephen e também nos delicia com algumas de suas produções literárias. Nada de forma maçante ou sonolenta, mas de modo interessante e atraente. O supracitado talento para a narrativa tem um quê de uma veia muito profissional. E não apenas! Jane também relata diversas situações vividas pelo casal que leva o leitor a compreender mais sobre o real significado de companheirismo. São muitas histórias interessantes, preocupantes, engraçadas, tristes... e Jane sempre tira algum tipo de ideia que oferece ao leitor assuntos para pensar a respeito. Creio que as aleatoriedades das histórias não foram nadas aleatórias.

A adaptação cinematográfica foi extremamente adorável, mas o livro tem muito mais a oferecer ao leitor em conteúdo informativo. A narrativa é em 1ª pessoa e repleta de contexto histórico dos anos 60 para cá. É uma narrativa inteligente e corrida e acho que estou apaixonada por Jane!

A Editora Única fez um ótimo trabalho com a edição nacional. O livro tem uma ótima diagramação, mas tenho ressalvas com capas inspiradas em filmes. Já devia estar acostumada, eu sei, mas a vida é assim. Uma curiosidade interessante: “A Teoria de Tudo” está nessa semana na lista dos mais vendidos de Não Ficção da Veja e atentem que o livro já foi lançado há alguns meses no Brasil.

A vida do casal Hawking me divertiu e emocionou. Não tenho a pretensão de dizer a vocês que o relato de Jane pode mudar vidas, mas garanto que pode inspirar de forma maravilhosa se o leitor estiver aberto para acompanhar essa história.

E vocês, já leram? Me contem aqui nos comentários!

quarta-feira, maio 06, 2015

Eu Li: O Príncipe dos Canalhas - Loretta Chase


 Título:
O Príncipe dos Canalhas
Autora:
Loretta Chase
Editora:
Arqueiro
Onde Comprar:
Saraiva | FNAC | Submarino


Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent...
Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu.
Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho.
Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.


Hello amados! Como estamos? Já estão fazendo suas booklists para a Feira Pan Amazônica do Livro deste ano? Como assim não? É no fim do mês que vem. Sempre faço a minha listinha, mas também sempre acabo comprando outros livros que não estavam na listinha. Aff...fazer o quê! TT.TT
Bom...falando, ou nesse caso escrevendo sobre livros que não estavam na lista, temos o livro de hoje. Há alguns dias atrás...a nossa magnânima chefa Bianne veio me fazer invejinha via inbox sobre um romance de época que ela recebeu a prova (sim, o livro ainda nem saiu e ela já tinha...aff) da nossa querida editora Arqueiro. O que mais eu podia fazer, além de chorar e fazer mimimi na conversa até ela me dar o livro? Amigos, feliz estou em dizer que eu DE FATO consegui o livro.

Alguém aqui já ouviu falar de uma romancista americana chamada Loretta Chase? Égua...não creio que só eu não conhecia! Então...tive essa oportunidade (conquistada a muito custo no inbox) de saborear seu tipo de escrita, e fico feliz em afirmar que é muito diferente dos livros do mesmo gênero que andei lendo nos últimos tempos. Segurem as perucas que lá vem a intriga e as conversas desafiadoramente inteligentes…Muahhhhhhaa.

As diferenças começam que o livro não pode ser considerado de todo HOT, apesar do romance estar intrínseco na história, não chega bemmmmmmm a ser o nosso ponto forte aquelas cenas altamente descritivas no calor do momento do casal principal. É diferente do tipo de HOT que estamos acostumadas em sagas anteriores, lançadas pela mesma editora, tais como Os Hathaways, Os Rothwells e nosso queridinho clã Os Bridgerstons.

Primeiro acho que o livro em questão não se trata de uma saga. A autora pontualizou o final de tal forma, e não deixou muita brecha para outro personagem para um segundo livro, quem sabe? Isso já deve ser uma boa notícia para os leitores que não querem embarcar em uma saga longa, e ainda assim gostariam de ler um romancezinho épico de leve. Ou pelo menos nada encontrei sobre essa possibilidade até o presente momento.

Um dos pontos bem legais do livro é que o personagem principal masculino não é o estereótipo galante de heróis épico que a gente vê por aí. A começar pelo ´´apelido`` dele na alta e na baixa sociedade. Para os íntimos ´´Belz`` e para os não tão íntimos, Belzebu a seu dispor. Sim, o cara é altamente aterrorizante, mas a autora vai fazer questão de te explicar o porquê do comportamento dele, e meio que é justificado. O Marquês de Dain, além de intimidador, é um dos homens mais ricos da sociedade, e carrega nas costas corcundas uma infinidade de títulos e propriedades.

A autora construiu um tipo simples de anti-herói tão bem construído que ela te dá o motivo do comportamento dele logo no início do livro contando a história do pai dele e em seguida da mãe dele. Posteriormente a um desastre envolvendo os 3, ele é enviado para uma escola bem longe de casa e de todos. Considerado um verme pelos pequenos companheiros de colégio, e uma abominação por ele mesmo, ele aprende a se defender e ser magnânimo assim digamos.

Eis um ponto que quero ressaltar: a imagem que ele tem dele mesmo é de que ele é um cara grandalhão, desengonçado, corcunda e com um nariz de bruxa. O que é uma imagem totalmente reversa da que a Jessica (personagem feminina principal) tem dele. Para ela, ele é um daqueles personagens robustos e masculinos dos romances feitos para moças, e o nariz dele é um grande charme, sendo que para ela não há nenhuma corcunda em lugar nenhum.

Antes de passarmos as descrições sobre a Jessica Trent, outra coisa legal do livro, é que ele é inicialmente ambientado na França, ou seja, para um livro épico ele tem bem menos regras de etiquetas taxativas do que as londrinas. Depois ele passa a ser ambientado na Inglaterra, o que é bem legal, pois você não enjoa do cenário.

Durante uma bela tarde em que o Lorde Belzebu estava apreciando os artefatos diversificados em uma lojinha local, ele é surpreendido quando o irritante Sr. Trent, que sempre faz com que o Lorde Belzebu queira enforca-lo por dizer tantas asneiras, entra na mesma loja acompanhado de uma jovem mulher, a quem o Lorde logo associa a uma meretriz, o que ele não esperava era ser desafiado pela mulher em questão assim que ela abre a boca, ou que ela olhasse logo para o rosto dele (coisa que a maioria das mulheres parisienses não fazia) e elogiasse os seus olhos, sem o comum tom coquete das mulheres.

O fato de ela ajudar a avacalhar com o Sr. Trent de forma sagaz e inteligente também foi um charme a mais. Então ele resolveu REALMENTE olhar para a mulher em questão, e se descobriu fascinado. E pasmado quando ele descobriu que a beleza em questão era a irmã do irritante Sr. Trent, que veio a Paris justamente para pedir que o Lord Belzebu deixe o irmão dela em paz.


Bem o livro a partir desse encontro é cheio de confrontações entre eles, e quando o Belzebu descobre que ela é considerada pela sociedade como uma espécie de Femme Fatale indomável, mais atiçado ele fica em desafia-la.

Jess tem umas conversas bem ´´liberais`` com a avó dela, que também é uma famosa Femme Fatalle, então aqui temos uma personagem sem muitos pudores tolos sobre "não apreciar o vinho, antes de compra-lo". Essa personagem é totalmente diferente de tudo que já tinha visto por aí. Tipo #SPOILER depois de ele aprontar uma com ela, ela invade o clube em que ele se encontra e atira nele. FIQUEI PASSADA NESSA CENA!!!!! E adorei toda ela. Depois disso ele resolveu casar com ela. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Depois de alguns acontecimentos Jess vai descobrir por que Belzebu é assim, e ele vai descobrir que é possível encontrar o amor do outro lado de uma arma apontada para ele. Assim, como vai entender que o amor construído pode se apresentar de várias formas, e que o passado não foi escrito em rocha.

Então, espero que vocês tenham gostado dessa palhinha sobre a história, altamente recomendado para quem está procurando algum romance de época diferente.



segunda-feira, maio 04, 2015

Na Tela #9 - Zettai Kareshi

Olaaaaaaaaaaa pessoinhas! Como estamos? Gostaram do último post sobre Doramas que eu fiz? kkkkkk

Esclarecedor, não?!

Então, como coloquei anteriormente, após conversinhas editoriais, tive a oportunidade de fazer esse casamento entre leituras e doramas. E como não começar, falando de um mangá tão especial para mim?

Sim, há aproximadamente 7 anos atrás eu estava começando a me viciar nesse tipo de leitura, e como meu gênero literário predominante é o romance, não poderia ser diferente com os mangás. Então eu comecei com os Shoujos.

Shoujos são os mangas ou mesmo Doramas que são mais românticos! Há quem diga que são mais voltados para meninas, mas não curto muito taxar nada de forma sexista, até porque tenho amigos que também curtem shoujos de vez em quando.

Então, vamos ao post! Começando por falar da mangaka super fofa que é a Yuu Watase! Ela é uma famosa mangaka premiada de shoujos e dramas no Japão. Ela começou sua careira aos 18 anos. Ela é a mente criadora de mangás, como:
















Sobre o mangá, Zettai Kareshi, conta a história da Riko, uma garota pacata que tenta com muito esforço, assim como muitas garotas, achar aquela pessoa especial. Só, que...kkkk... a tadinha só mira alvos errados. E como se isso já não fosse ruim, ainda tem ´´A`` amiga. aquela que sorri para você e pelas costas mete a faca.

E quando a Riko se vê desiludida novamente com um desses alvos errados, ela começa a resmungar por aí sobre como seria o namorado ideal, e calhou de ela resmungar no lugar errado.

Um cara muito excêntrico pede que a Riko-chan ajude a impressa dele, respondendo algumas perguntas sobre o namorado ideal, e como a ela estava ´´meio fora de si`` ela acabou indo, e descreveu tanto fisicamente como comportamental, o que séria o seu namorado ideal, o seu Zettai Kareshi!

E assim ela vai para casa, e é acordada no outro dia com uma caixa enorme na sua porta, e quando ela abre a caixa, ela acha um homem nú. kkkkkkkkkkkkkkk...ela entra em crise, até que ela acha o manual de instruções dele...kkkkkkkkkkkkk...que diz que para o processador dele seja ativado, ela precisa beijar ele NA BOCA...kkkkkkkkkk...depois de muito drama dela, ela resolve beijar, mas nada acontece e ela vai para o trabalho, quando ela chega, adivinha quem esta lá esperando por ela VIVO E NÚ!

Gente eu ri muito o mangá todo, dessa interação deles. E como se as coisas já não fossem estranhas, o amigo dela que mora no apartamento ao lado, e que sempre foi apaixonado por ela, se sente ameaçado e começa a investir meio que pesado quando ele percebe que a concorrência mora com a Riko-chan.

Mas, já pensou uma empresa que cria, segundo suas escolhas o namorado (a) perfeito? Tá certo que eles são androides e tal...kkkk...mas ainda assim, faz a gente viajar sem sair do lugar. Já pensou, eu poderia criar o meu Sr. Darcy perfeito...kkkk...#SQÑ





















E melhor ainda é que o manga teve uma recepção tão boa, para com os fãs, que ele ganhou a versão dele em Dorama, tanto em Jdrama (à esquerda) como em Twdrama (à direita). Infelizmente eu só assisti a versão japonesa, mas como durante a minha pesquisa descobri, para este post, que a versão twdrama é com o lindinho, fofo e engraçado do Jiro Wang fazendo o papel de Night (é o nome do namorado perfeito), vou já correr para assistir ao tw também.

O que achei meio interessante na versão tw, é que a atriz principal é uma coreana. Já vi um tw drama com dois atores coreanos, em que um deles teve que ser dublado para tw, gente e ficou HORRÍVEL. kkkkkk

A versão japonesa da história, apesar de ter alterado alguns pontos, ficou muito show. Eu adorei! E super indico. Já pensou se fizessem a versão coreana também? ^^

Então, ambos são uma boa pedida. Super indico sempre eles.

Espero que vocês tenham gostado, até o próximo post!
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