Eu li: A Descoberta das Bruxas - Trilogia das Almas #1 - Deborah Harkness
2 de novembro de 2018
Título:A Descoberta das BruxasSérie:Trilogia das AlmasAutora:Deborah HarknessEditora:Rocco
A professora Diana Bishop foi convencida pelo medo de que é melhor ser humana do que bruxa. Mas quando descobre um antigo manuscrito com a origem de espécies sobrenaturais, fica muito próxima do mundo do qual sempre fugiu.Demônios e vampiros passam a cruzar seu caminho, e o instinto de sobrevivência dessas criaturas faz Diana ser uma presa vulnerável.Até que ela seja capaz de dominar os próprios dons e usar seus poderes.
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s2 |
Oi, gente! Vim falar de um assunto que é muito fácil gostar, ainda mais nessa época de Halloween, com toda essa vibe de acreditar no estranho e místico. Vamos focar hoje em bruxas e em vampiros e outras criaturas místicas. Eu estou falando de um livro não muito novo que foi reproduzido para uma série de TV bem recentemente e que ta sendo a queridinha dos amantes do sobrenatural: A Descoberta das Bruxas.
Por Vivian Cardoso
Eu li: Sem Coração - Marissa Meyer
27 de julho de 2018
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Título:Sem CoraçãoAutora:Marissa MeyerEditora:Rocco
Muito antes de Alice cair no buraco do coelho…
E antes das rosas serem pintadas de vermelho…
A Rainha de Copas era so uma garota vivendo seu primeiro amor.
Contos de fadas revisitados.
Catherine era uma das garotas mais desejadas do País das Maravilhas e a favorita do ainda solteiro Rei de Copas, mas seus interesses eram outros. Por seu talento na cozinha, ela só queria abrir uma confeitaria em sociedade com sua melhor amiga e oferecer ao Reino de Copas os mais deliciosos doces e bolos.
Porém, de acordo com sua mãe, era uma ideia inaceitável para a jovem que poderia ser a próxima rainha. Em um baile real em que o rei pretende pedi-la em casamento, Cath conhece Jest, o belo e misterioso bobo da corte. Pela primeira vez, sente a força da pura atração. Mesmo correndo risco de ofender o rei e contrariar os pais, ela e Jest iniciam um relacionamento intenso e secreto.
Cath está determinada a escolher o próprio destino e se apaixonar nos seus próprios termos. Mas em uma terra repleta de magia, loucura e monstros, o destino tem outros planos...
A aclamada autora das Crônicas Lunares oferece uma visão do País das Maravilhas diferente de qualquer outra já vista e conta a história de uma garota que viria a ser um dia a famosa Rainha de Copas.
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"É muito melhor ser temida do que amada" |
Alô fãs da Marissa Meyer e fãs de “Alice no País das Maravilhas”! Desde que essa autora maravilhosa escreveu a série “Crônicas Lunares” eu sigo ela igual uma louca. Sabendo também o quanto eu gostei do livro dela onde ela contou a história da Rainha Levana, trazendo toda uma nova perspectiva para a vida da vilã, é claro que eu vim correndo ler o novo livro dela “Sem Coração”.
Por Vivian Cardoso
Eu Li: Brisingr - Ciclo da Herança #3 - Christopher Paolini
29 de janeiro de 2018

Título:
Brinsgr
Autor:
Christopher Paolini
Editora:
Rocco
Série:
Ciclo da Herança
Adicione ao Skoob
Em Brisingr, Eragon e seu dragão, Saphira, conseguiram sobreviver à batalha colossal na Campina Ardente contra os guerreiros do Império. No entanto, Cavaleiro e dragão ainda terão de se deparar com inúmeros desafios. Eragon se vê envolvido numa série de promessas que talvez não consiga cumprir, como o juramento a seu primo, Roran, de ajudá-lo a resgatar sua amada Katrina das garras de Galbatorix. Todavia, Eragon deve lealdade a outros também. Os Varden precisam desesperadamente de sua habilidade e força, assim como elfos e anões. Com a crescente inquietação dos rebeldes e a iminência da batalha, Eragon terá de fazer escolhas que o levarão a atravessar o Império, viajando muito além. Escolhas que poderão submetê-lo a sacrifícios inimagináveis? Conseguirá o jovem unir as forças rebeldes e derrotar o Império?
ATENÇÃO
Por Victor Rogério
Na Tela #17 - The Handmaid's Tale
19 de dezembro de 2017
Olá, leitores!
Hoje quero indicar para vocês uma série que mexeu comigo de muitas maneiras; e nem uma delas foi confortável. Se trata de uma distopia com tanta verossimilhança com a realidade que é quase uma história de terror, principalmente para nós, mulheres. Vamos lá.
Título: O Conto da Aia
Autora: Margaret Atwood
Editora: Rocco
Editora: Rocco
Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.
Por Fernanda Karen
Convite: Evento #FanáticosRocco
9 de outubro de 2015
"Eu li 'evento'?!" SIM! EVENTO LITERÁRIO, AEEEEE!! *Corre em círculos*
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Yay |
Fanáticos Rocco é um evento para você que é fã dos livros mais incríveis publicados nos últimos anos.
Conversaremos sobre trilogias, fantasia, romance, ficção e muito mais! Uma viagem literária completa acompanhada por personagens que marcaram gerações.
O evento será realizado em várias cidades do Brasil e, claro, nossa querida e caliente Belém não poderia estar de fora.
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Para quem não é de Belém, anote as cidades e horários do evento em outras cidades ♥ |
Então anotem aí:
No dia 18 de outubro (domingo), às 15 horas, no espaço de eventos da livraria Saraiva do Boulevard Shopping, terá muita diversão uhuuuuuu!
CONFIRMEM PRESENÇA NO EVENTO AQUI E CONVIDEM OS AMIGOS!
(Estaremos postando várias surpresinhas para vocês na página do evento, então sugiro que cês estejam por lá. Por nada.)
QUEM ESTAMOS ANIMADOS?!
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Tunchz tunchz tunchz |
Esperamos todos lá!
Beijos de luz ♥
Beijos de luz ♥
Por Fernanda Karen
Eu Li: Tinta Perigosa - Wicked Lovely #2 - Melissa Marr
4 de março de 2013
Título:
Tinta Perigosa
Autor(a):
Melissa Marr
Editora:
Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC | Buscapé
Sem o conhecimento dos mortais, uma luta pelo poder está se desenrolando em um mundo de sombras e perigo. Depois de séculos de estabilidade, o equilíbrio entre as Cortes das Fadas se alterou e Irial, o regente da Corte Sombria, está lutando para manter suas rebeldes e vulneráveis fadas juntas. Se ele falhar, o derramamento de sangue e a brutalidade não tardarão a aparecer.
Desta vez, o foco muda de Aislinn para Leslie, uma de suas amigas mais íntimas. A jovem não sabe nada sobre as fadas – criaturas mágicas e voluntariosas, beirando a perversão -, mas ao se sentir atraída por uma linda tatuagem de olhos e asas, seu caminho cruza com o de Irial, o Rei Sombrio, o sedutor e ardiloso monarca da Corte Sombria. Nem mesmo o desejo que o Rei Sombrio sente pela jovem é capaz de evitar o destino ao qual ela parece fadada: servir de canal para a energia ruim de que Irial precisa para manter o equilíbrio em sua corte. Ele tem uma obrigação com seus súditos e fará de tudo para assegurar sua sobrevivência em meio às disputas com aos outros reinos do mundo das fadas: a Corte de Verão, a Corte de Inverno e a Alta Corte.
É difícil resenhar livros dessa série e esse livro é um dos mais sombrios que eu já li. Na verdade a série toda tem um ar sombrio, e os dois livros que eu li até agora só confirmam essas suspeitas. E esse aspecto, que poderia assustar e afastar muitos da série, só me faz ter mais certeza de que eu preciso terminá-la e saber o que vai acontecer. É sombrio de um jeito muito cativante, muito interessante, e explora as emoções dos personagens de um jeito único, ao meu ver.
Nesse livro a personagem principal é Leslie, uma das amigas de Aislinn, protagonista do livro anterior e da série como um todo. Leslie tem muitas sombras dentro dela, originadas de sua mágoa em relação às coisas ruins que lhe aconteceram. Ela tem uma necessidade imensa de se sentir ela mesma, de ter poder sobre seu corpo, e por isso resolve fazer uma tatuagem, porém a imagem que ela escolhe é o símbolo de vínculo com Irial, o rei da Corte Sombria, e é feita com o próprio sangue dele.
Irial precisa rapidamente resolver o problema de como alimentar seu povo, que utiliza emoções como ódio, raiva, medo e tristeza dos seres encantados para sobreviver. Porém, com o retorno do equilíbrio entre as cortes do Verão e Inverno, essas emoções têm sido mais difíceis de conseguir, e a única solução é tirá-las dos mortais. Para isso é necessário que algum mortal estabeleça um vínculo com o rei e assim possa servir de condutor entre as emoções humanas e o rei e seu povo. E Leslie, a garota cheia de sombras, está a caminho de tornar esse condutor. Mas há pessoas que se importam com ela, como Niall, servo da Corte de Verão, que fará de tudo para tirar Leslie de Irial, mesmo que para isso tenha que voltar a ser algo odioso...Niall ♥
Os personagens desse livro são....perfeitos em sua imperfeição. Irial é fascinante em muitos aspectos. Apesar de sua missão como rei envolver ações cruéis, no fundo ele gostaria de ser tão normal como a maioria dos seres encantados, sem toda a responsabilidade sobre uma corte tão mal vista, ou então apenas um mortal. Ele não nega sua origem, mas sabe que tudo o que precisa fazer como rei é desgastante e não o faz ser melhor visto aos olhos de Leslie. Leslie precisa aprender a conviver com o que lhe aconteceu, mas ao fazer a tatuagem e se entregar ao poder das sombras percebe que é melhor sentir medo e dor do que não sentir nada, não ter escolhas. Já Niall precisa aceitar quem realmente é e perceber que suas origens não são o suficiente para determinar quem ele será.
O encanto de tudo nessa série está onde você não esperaria encontrar. Os seres encantados são misteriosos e cruéis, até o mais bonzinho de todos, mas mesmo assim você não consegue deixar de se sentir curioso sobre as particularidades de suas cortes, suas interações, a tensão entre todos e a possibilidade de uma guerra realmente sangrenta. Sendo todos de certa forma cruéis, talvez fosse difícil se acostumar com eles, mas não é. A autora explora suas personalidades de uma forma muito legal, onde maus podem sentir piedade e pena e, mesmo um pouquinho, tentar ajudar e buscar a luz. Eu sei, parece que eu não estou falando coisa com coisa, mas é que é difícil explicar. Mas é que é perfeito de um jeito incomum. Vou soltar uma frase clichê: só lendo para entender.
Não há muito de Aislinn, Keenan e Seth, mas eles aparecem um pouco sim, para jogar mais intriga em uma estória já complicada. Ai gente, vou dizer mais uma vez o quanto o livro é fascinante. É perfeito! rsrsrs Leiam, leiam, leiam!
Por Bianne
Eu Li: Divergente - Veronica Roth
25 de fevereiro de 2013
Título:
Divergente
Autora:
Veronica Roth
Editora:
Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Vocês já passaram pela situação
de gostar tanto de um livro, de se sentir parte da estória, que mal terminando
a leitura já correram para ler o segundo volume, a fim de preservar a sensação
de ansiedade, de pertencimento? Então vocês sabem o que eu senti com
Divergente. Foi uma leitura tão boa, tão voraz, tão legal que várias vezes eu
desejei ser transportada para lá e fazer parte daquele mundo prestes a se
rebelar. Todos os leitores têm um seleto grupo de livros em cujas estórias
gostariam de viver. Divergente entrou para o meu.
Divergente é a definição dada
para aquela pessoa que não se encaixa com clareza em nenhuma das cinco facções
presentes nessa sociedade futurista: Abnegação, Franqueza, Audácia, Amizade e
Erudição. Beatrice nasceu na Abnegação,
mas sempre soube que seu lugar não era lá. Ao fazer seu teste de seleção,
descobre que é Divergente, e que esse é um segredo que ela jamais poderá
revelar. É muito perigoso ser divergente, apesar de Beatrice não entender direito
o porquê. Ao fazer sua escolha ela decide deixar tudo que conhece e ama para
trás e passar a ser quem realmente é, um membro da Audácia. Porém ao mergulhar
cada vez mais fundo nessa nova facção descobre o quão perigoso e poderoso é seu
segredo, que nem tudo é tão perfeito quanto ela imaginava e que a sociedade em
que cresceu pode estar prestes a se rebelar.
Eu surtei muito com esse livro
por motivos de tensão. Em alguns momentos eu agarrava ele com tanta força que
cheguei a me cortar com o papel. Eu sou uma fã assumida de distopias, é
verdade, mas isso não quer dizer que vou gostar de todos os livros do assunto.
É necessária grande habilidade para desenvolver uma sociedade distópica sem
deixar brechas na trama, e nisso Divergente não decepciona.
Os personagens também são um show
a parte. Tris nunca se fez de coitada, e mesmo tendo medo por sua família,
nunca negou para si mesma que a Abnegação não era seu lar. Ela tem uma
personalidade forte, mas da qual não tem total consciência e que deixa o leitor
entrever que é uma personagem que terá muito a contribuir com a trama. Quatro é
o instrutor dos iniciandos não nascidos na Audácia, e é intrigante do começo ao
fim. Sua personalidade é um mistério, pois há momentos em que ele é um mandão
arrogante, em outros um cara gentil, e em outros parece fazer um grande esforço
para se controlar. Se eu dissesse que eu tenho uma crush por ele seria muito óbvio? :D
Os personagens secundários também
contribuem bastante, pois vieram de outras facções e estão aprendendo a ‘se virar’,
às vezes proporcionando alguns momentos de humor, ou para mostrar que não
importa qual facção você escolha, se você é mau, um canalha, nenhuma delas
poderá controlar esse traço de sua personalidade.
Divergente é mais uma distopia
maravilhosamente bem elaborada e cativante, com personagens ótimos e que dá
aquela vontade de mergulhar na estória e se tornar um deles, ou apenas desejar que algum olheiro de
Hollywood te veja na rua e te chame para interpretar algum dos personagens no
cinema, sabem como é? Pois é, Divergente é bem assim.
Por Bianne
Eu Li : Terrível Encanto - Melissa Marr
5 de março de 2012

Título :
Terrível Encanto
Autor :
Melissa Marr
Editora:
Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC
A série Wicked Lovely conta a história de um mundo onde as vidas de fadas e humanos se misturam. Aislinn é uma adolescente que pode ver fadas ao seu redor, mas que foi ensinada durante toda sua vida a fingir que não as vê. Ela está lutando para lidar com as fadas quando Keenan, fada Rei do Verão, entra em sua vida e tira sua mortalidade, pedindo-lhe para se tornar a Rainha do Verão e derrotar sua mãe, a Rainha do Inverno. Se ela recusar, O inverno irá tomar conta do mundo e matará todas as fadas e mortais.
A primeira vez que eu tentei ler esse livro, em inglês e em ebook, eu achei a história hiper-mega chata e sem sentido e abandonei o livro sem dó nem piedade. Quando ele foi lançado em português eu corri para ler resenhas a seu respeito, doida para saber se mais alguém tinha a mesma opinião negativa que eu. Surpresa! A maioria adorou a estória.
Em TE humanos e faeries convivem diariamente, não que os humanos saibam disso claro. Se soubessem fugiriam apavorados, pois os faeries malvados adoram pregar peças nas pessoas, eu não me refiro a somente fazer tropeçar. Mas Aislinn é uma humana diferente, pois tem a habilidade de enxergar os faeries. Ela foi criada por sua avó para jamais deixar que os faeries percebam essa sua habilidade natural, pois senão poderia se meter em sérios problemas.
Qual não é a surpresa de Aislinn (nome estranho não acham? rsrsrs) quando percebe que está sendo seguida por dois faeries: um rapaz que aparenta ser respeitado por todos, e uma garota com seu lobo. Tudo fica mais estranho quando o rapaz em questão, Keenan, usa sua forma visível a todos para paquerá-la abertamente. O objetivo: convencer Aislinn a aceitar se tornar sua Rainha do Verão e acabar com a dominação de séculos da Corte do Inverno. Mas Aislinn já está interessada em outra pessoa, Seth. E agora?
Terrível Encanto é um livro de fadas, fadas sombrias e assustadoras. Na época que eu tentei ler pela primeira vez, eu ainda não tinha tido a oportunidade de ler O Rei do Ferro, da Julie Kagawa. E depois de fazer a comparação entre os dois livros, chego a conclusão, que pode servir de conselho para alguns, que é mais fácil gostar e se habituar ao mundo das fadas através de O Rei do Ferro do que através de Terrível Encanto. As faeries de ORDF têm seu lado mal e assustador, mas nem se compara ao lado mal e assustador da fadas de TE. Além do mais as explicações sobre o reino das fadas são muito melhores em ORDF do que em TE. Por todos esses motivos a leitura foi incomparavelmente mais satisfatória dessa vez. Eu já sabia como o reino era dividido e funcionava, apesar das ligeiras modificações no sistema em Terrível Encanto.
Aislinn é uma protagonista decidida e não se deixa encantar pelos sorrisos de Keenan, mas pelos sorrisos de Seth, o amigo gótico dela, ela está pronta para tudo. Pelo menos ele é mortal né? Seth é um personagem muito charmoso, mesmo com seus piercings e tatuagens (tatuagens e piercings são legais, mas não em exagero, em minha opinião). Ele realmente se importa com Aislinn e está disposto a enfrentar até o Rei do Verão por ela.
Keenan também me convenceu. O que ele mais quer é acabar com o domínio do Reino do Inverno, cuja rainha é sua mãe. Esse domínio não faz mal apenas aos faeries do Verão, mas aos humanos também. E Keenan parece alguém que sofreu bastante durante todos esses anos à procura da rainha perfeita. Entre os dois pretendentes de Aislinn eu sempre preferi o Seth! Mas com o desenrolar da estória vocês vão perceber que na verdade não há um casal, mas sim dois, que nos farão torcer por eles.
Eu realmente gostei bastante do livro nessa segunda leitura. Como eu disse, ficou mais fácil entender o sistema depois de ter descoberto mais sobre ele em ORDF. É uma leitura muito ágil, muito fácil de acompanhar e se envolver. A autora escreve muito bem, e pelo sucesso internacional, o resto da série é melhor ainda. Se você leu este livro e não entendeu muito bem sobre as fadas, pegue ORDF, leia, e depois dê mais uma chance a Terrível Encanto. Vale à pena!
Em TE humanos e faeries convivem diariamente, não que os humanos saibam disso claro. Se soubessem fugiriam apavorados, pois os faeries malvados adoram pregar peças nas pessoas, eu não me refiro a somente fazer tropeçar. Mas Aislinn é uma humana diferente, pois tem a habilidade de enxergar os faeries. Ela foi criada por sua avó para jamais deixar que os faeries percebam essa sua habilidade natural, pois senão poderia se meter em sérios problemas.
Qual não é a surpresa de Aislinn (nome estranho não acham? rsrsrs) quando percebe que está sendo seguida por dois faeries: um rapaz que aparenta ser respeitado por todos, e uma garota com seu lobo. Tudo fica mais estranho quando o rapaz em questão, Keenan, usa sua forma visível a todos para paquerá-la abertamente. O objetivo: convencer Aislinn a aceitar se tornar sua Rainha do Verão e acabar com a dominação de séculos da Corte do Inverno. Mas Aislinn já está interessada em outra pessoa, Seth. E agora?
Terrível Encanto é um livro de fadas, fadas sombrias e assustadoras. Na época que eu tentei ler pela primeira vez, eu ainda não tinha tido a oportunidade de ler O Rei do Ferro, da Julie Kagawa. E depois de fazer a comparação entre os dois livros, chego a conclusão, que pode servir de conselho para alguns, que é mais fácil gostar e se habituar ao mundo das fadas através de O Rei do Ferro do que através de Terrível Encanto. As faeries de ORDF têm seu lado mal e assustador, mas nem se compara ao lado mal e assustador da fadas de TE. Além do mais as explicações sobre o reino das fadas são muito melhores em ORDF do que em TE. Por todos esses motivos a leitura foi incomparavelmente mais satisfatória dessa vez. Eu já sabia como o reino era dividido e funcionava, apesar das ligeiras modificações no sistema em Terrível Encanto.
Aislinn é uma protagonista decidida e não se deixa encantar pelos sorrisos de Keenan, mas pelos sorrisos de Seth, o amigo gótico dela, ela está pronta para tudo. Pelo menos ele é mortal né? Seth é um personagem muito charmoso, mesmo com seus piercings e tatuagens (tatuagens e piercings são legais, mas não em exagero, em minha opinião). Ele realmente se importa com Aislinn e está disposto a enfrentar até o Rei do Verão por ela.
Keenan também me convenceu. O que ele mais quer é acabar com o domínio do Reino do Inverno, cuja rainha é sua mãe. Esse domínio não faz mal apenas aos faeries do Verão, mas aos humanos também. E Keenan parece alguém que sofreu bastante durante todos esses anos à procura da rainha perfeita. Entre os dois pretendentes de Aislinn eu sempre preferi o Seth! Mas com o desenrolar da estória vocês vão perceber que na verdade não há um casal, mas sim dois, que nos farão torcer por eles.
Eu realmente gostei bastante do livro nessa segunda leitura. Como eu disse, ficou mais fácil entender o sistema depois de ter descoberto mais sobre ele em ORDF. É uma leitura muito ágil, muito fácil de acompanhar e se envolver. A autora escreve muito bem, e pelo sucesso internacional, o resto da série é melhor ainda. Se você leu este livro e não entendeu muito bem sobre as fadas, pegue ORDF, leia, e depois dê mais uma chance a Terrível Encanto. Vale à pena!
A continuação está prevista para o 1º semestre \o/
Por Bianne
Eu Li: Catching Fire - Suzanne Collins
22 de abril de 2011
Título :
Catching Fire / Em Chamas
Autor :
Suzanne Collins
Editora:
Scholastic/Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva
Against all odds, Katniss Everdeen has won the annual Hunger Games with fellow district tribute Peeta Mellark. But it was a victory won by defiance of the Capitol and their harsh rules. Katniss and Peeta should be happy. After all, they have just won for themselves and their families a life of safety and plenty. But there are rumors of rebellion among the subjects, and Katniss and Peeta, to their horror, are the faces of that rebellion. The Capitol is angry. The Capitol wants revenge.
Tenho certeza de que essa é uma das resenhas mais difíceis que eu jamais farei. Eu amoo, A-M-O, essa série, e é sentindo isso que eu estou escrevendo esta resenha, o que torna tudo bem mais difícil!E também é bem difícil fazer uma pequena sinopse dele sem acabar falando spoilers do primeiro livro, por isso minha resenha vai ser exclusivamente sobre a minha impressão sobre ele.
Catching Fire (Em Chamas, no Brasil) é a sequência do épico The Hunger Games (Jogos Vorazes, resenha aqui) e me deixou mais apaixonada ainda pela série...e desolada. Sério, eu nunca imaginei que aconteceria o que aconteceu nesse livro, nunca! Me surpreendi totalmente! E fiquei triste também, pois as cenas foram tão bem escritas que eu podia jurar que era eu mesma na pele de Katniss sentindo a desolação que ela sentiu (aí ó, EU senti a desolação, como se tudo fosse real!). E aí o final, putz, fiquei pensando no livro a noite toda depois do final. Fiquei imaginado o que eu sentiria se fosse comigo, me coloquei psicologicamente na pele dos personagens (existe isso ?!) e chorei, bastante na verdade.
Muitos acham besteira chorar por um livro, mas eu não acho. Acho que é bom experimentar sentimentos novos através da leitura, te prepara para os sentimentos e situações da vida real. Já chorei bem menos na vida real por ter já ter vivido situações parecidas através de um livro.É claro que imaginar como seria não é o mesmo que viver a situação, mas se assemelha muito a quando se conhece algum em situação terminal e você se prepara psicologicamente para o dia da despedida. E me utilizando de uma das frases de Dumbledore (via JK Rowling) : "É claro que está acontecendo em sua mente Harry, mas porque isso significaria que não é real?"
Anyway, é um livro maravilhoso assim como seu antecessor. Te faz pensar e sentir como se você um dos personagens e tivesse que tomar as mesmas difíceis decisões que eles. E nossa, é como eu disse antes, desolador e apaixonante.
Catching Fire (Em Chamas, no Brasil) é a sequência do épico The Hunger Games (Jogos Vorazes, resenha aqui) e me deixou mais apaixonada ainda pela série...e desolada. Sério, eu nunca imaginei que aconteceria o que aconteceu nesse livro, nunca! Me surpreendi totalmente! E fiquei triste também, pois as cenas foram tão bem escritas que eu podia jurar que era eu mesma na pele de Katniss sentindo a desolação que ela sentiu (aí ó, EU senti a desolação, como se tudo fosse real!). E aí o final, putz, fiquei pensando no livro a noite toda depois do final. Fiquei imaginado o que eu sentiria se fosse comigo, me coloquei psicologicamente na pele dos personagens (existe isso ?!) e chorei, bastante na verdade.
Muitos acham besteira chorar por um livro, mas eu não acho. Acho que é bom experimentar sentimentos novos através da leitura, te prepara para os sentimentos e situações da vida real. Já chorei bem menos na vida real por ter já ter vivido situações parecidas através de um livro.É claro que imaginar como seria não é o mesmo que viver a situação, mas se assemelha muito a quando se conhece algum em situação terminal e você se prepara psicologicamente para o dia da despedida. E me utilizando de uma das frases de Dumbledore (via JK Rowling) : "É claro que está acontecendo em sua mente Harry, mas porque isso significaria que não é real?"
Anyway, é um livro maravilhoso assim como seu antecessor. Te faz pensar e sentir como se você um dos personagens e tivesse que tomar as mesmas difíceis decisões que eles. E nossa, é como eu disse antes, desolador e apaixonante.
Por Bianne
Eu Li: Belezas Perigosas - Libba Bray
16 de março de 2011
Título :
Belezas Perigosas
Autor :
Libba Bray
Editora:
Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC
Ela não tem os mesmos modos impecáveis de outras moças. Muito menos a graça e a desfaçatez para mentir em nome da Inglaterra. Gemma Doyle é tão - somente a herdeira de um dom sobrenatural – visões do futuro que têm o desconfortável hábito de se tornarem realidade. Em Belezas perigosas, os leitores são apresentados a esta jovem protagonista, mandada para a Academia Spence, uma tradicional escola para moças, depois da tragédia que se abateu sobre sua família. Gemma vive sob o signo da culpa e da solidão, mas procura ouvir seus desejos e não se curva ante à repressão de uma época em que as moças eram treinadas apenas para conseguir um "bom" casamento. Mas é justamente em Spence que os poderes sobrenaturais de Gemma se revelarão, envolvendo as garotas mais poderosas da escola e levando-a a descobrir a ligação de sua mãe com um grupo muito antigo e misterioso conhecido como a Ordem.
Esse livro estava na minha lista de desejos há um bom tempo, mas sempre que eu ia comprar eu desistia, ou porque estava caro, ou porque estava de olho em outro livro. Mas na minha ultima compra eu não deixei a oportunidade passar e encomendei o meu exemplar de Belezas Perigosas. =D
Logo no começo nossa protagonista Gemma Doyle, criada na Índia, está andando pelo mercado, à caminho da casa de uma senhora que fará um chá de comemoração para Gemma, já que é seu aniversário, e resolve mais uma vez insistir com sua mãe, Virginia Doyle, para esta deixá-la ir estudar em Londres. Ela continua insistindo, se irritando e irritando Virginia, até que um misterioso homem de capa avisa a sua mãe de que Circe está por perto. Gemma pergunta a sua mãe quem é Circe, mas ela a manda pra casa. Gemma sai correndo, revoltada, por estar sendo dispensada no dia de seu aniversário, e acaba se perdendo. Aí de repente ela tem uma visão de sua mãe sendo abordada por uma grande forma negra e se matando com um punhal. Ela se livra da visão ao ouvir gritos de pessoas. Estas pessoas estão formando um circulo ao redor de alguma coisa, e quando Gemma de aproxima vê que essa 'coisa' é o corpo de sua mãe. Gemma fica chocada claro, pois sua mãe está com um punhal enfiado no corpo, assim como ela havia visto.
Depois dessa terrível tragédia, Gemma finalmente é enviada a Londres, e continua tendo visões, sempre com o medo de também se tornarem reais. Ela se envolve com um grupo de meninas, tipo as mais populares sabe?, e elas a ajudam a descobrir mais sobre seus poderes. Juntas descobrem que há um lugar em que tu que se deseja é real... Mas será que é real mesmo? Ou são somente mais ilusões?
É um livro com um começo um pouco divagar, mas que depois de um tempo te deixa sem poder largar a leitura, totalmente curioso(a) pra saber o que vai acontecer depois. A Gemma é uma garota mimada sabe? Sempre teve tudo o que quis, exceto Londres, , e apesar de ter amadurecido com a morte da sua mãe, ainda é seu lado mimado que a leva a cometer alguns erros depois...
A continuação do livro se chama Anjos Rebeldes, e assim como Belezes Perigosas, também foi lançado no Brasil pela editora Rocco. A resenha do segundo livro vai demorar um pouquinho ainda,(apesar da vontade de comprá-lo logo) já que o preço é meio salgado =D
Por Bianne
Eu Li: Jogos Vorazes - Suzanne Collins
27 de outubro de 2010
Título:
Jogos Vorazes
Autor:
Suzanne Collins
Editora:
Rocco
Onde Comprar:
Submarino | Saraiva | FNAC
Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?...
Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!
Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?
Esse livro me fez cometer uma loucuraaa: comprar o Box de Hunger Games por 42 dólares, uma pequena 'facada' hehehe. Mas, tipoo assim, eu viciei assim que comecei a ler! Acho que eu só não viciei mais porque já tinha um grande expectativa sobre o livro, e sempre que eu fico muito ansiosa pra ler determinado livro eu acabo imaginando milhares de coisas que fazem o livro ser tão comentado, e quando eu finalmente termino de lê-lo fico com a sensação de que faltou alguma coisa. E foi exatamente isso que aconteceu nesse livro, mas nem de perto foi suficiente pra não me deixar viciada! É impossível não ficar viciada!!! Não vejo a hora dos meus livrinhos chegarem lá dos EUA!!! Mas deixa eu contar um pouco da história pra vocês.
Katniss é uma garota de 16 anos moradora do distrito 12.Panem é o nome do país que fica na antiga América do Norte, e é dividido em 12 distritos e o Capitol, que coordena esse distritos. Cada distrito produz uma coisa para o Capitol, por exemplo o distrito 12 da Katiniss é o produtor de carvão. Mas voltando a Katniss. Ela tem uma irmã de 12 anos, Prim. O pai delas morreu em uma explosão numa mina de carvão e desde então sua mãe ficou abalada mentalmente. Por causa desse problema de sua mãe, Katniss passa a ser a responsável, aos 11 anos, pelo sustento da família. Katniss tem um melhor amigo, Gale, que sai pra caçar com ela na floresta ao redor do Distrito.
Todo ano acontece em Panem os chamados Hunger Games, que consistem em 24 jovens(de 12 a 18 anos), um garoto e uma garota de cada distrito, que são colocados em uma arena para disputarem suprimentos, brigarem e se matarem até que apenas um deles sobreviva.
Há toda uma dinâmica pra saber quantas vezes o nome de cada pessoa vai ser colocado pra sorteio, que vocês vão entender melhor lendo do que eu contando pra vocês =D . Katniss vai ter seu nome colocado 20 vezes, Gale 42 vezes e Prim somente uma vez. Mas o mais improvável acontece e Prim é sorteada para ir aos Hunger Games, mas Katniss se voluntaria para ir no lugar dela, pois não suportaria a idéia de ver a pessoa que mais ama correndo o perigo de não voltar nunca mais. Pra melhorar(/ironia) as coisas, Peeta Melark também é sorteado como o tributo masculino do Distrito.Eu digo piorar porque ele e Katniss tiveram um momento muito fofo quando eram mais novos, e ela não gostaria de enfrentá-lo nos Games, pois sabe que se ela sobreviver significa que ele teve que morrer...tensooo.
A resenha tá enorme já, então vou resumir tudo dizendo que eles são levados para o Capitol, onde passam por transformações para ficarem apresentáveis ao público, já que os Jogos são transmitidos como se fossem o Big Brother, e eles precisam conquistar patrocinadores pra mandarem suprimentos enquanto estão na arena. Você fica ansioso quando vê que Katniss está correndo perigo, fica com raiva de Peeta quando ele tá agindo de forma estranha com a Katniss, mas aí fica feliz ao ver que ele fez isso pra ajudá-la, aí de repente ele muda de atitude de novo e você tem vontade de matá-lo! São muitos sentimentos diferentes ao longo da leitura. E tem um final totalmente inesperado e que me deixou com uma raiva enorme da autora porque ela parou de repente e eu ainda não estou com o segundo volume em mãos para matar minha curiosidadeee...*cry*.
Tenho certeza que não consegui passar toda a maravilha que é esse livro através dessa resenha.Acho que com todos os livros que gostamos muito é assim. Queremos falar tantas coisas e transmitir tantos sentimentos que na maioria da vezes tudo se mistura suhauhshauhs. Mas espero que vocês leiam o livro, tenho certeza que não vão se arrepender!
Por Bianne
Pai D'égua
É uma expressão comumente utilizada no Pará no sentido de qualidade positiva; Interjeição de admiração. Alguns sinônimos são: Bom, ótimo, fantástico, excelente.