terça-feira, abril 09, 2019

Dia da Biblioteca e a importância da participação social

Dia 09 de abril é comemorado o Dia Nacional da Biblioteca e hoje quero convidá-los a refletir sobre a importância dessa instituição em nossa vida cotidiana. 

Imagem: Fundação Cultural do Estado do Pará

Em Belém do Pará temos a honraria de ter uma biblioteca pública à nosso dispor. Eu já fui uma usuária bem mais ativa nos tempos do meu ensino médio, quando ia fazer minhas pesquisas ou até mesmo só para passar o tempo com um livro (quem nunca?). 

Ocorre que a Biblioteca Pública Arthur Vianna, carinhosamente chamada de CENTUR, oferece serviços que abrangem ações de incentivo à leitura, visitas institucionais e monitoradas, palestras, exposições, cursos e oficinas e programações culturais para todos os públicos, que são atendidos todos os dias em seus espaços e contam com Seção de Obras Raras, Seção Braille, Seção de Obras do Pará e ainda tem Fonoteca, Gibiteca e Brinquedoteca. 
Esses serviços são oferecidos gratuitamente e, como supracitado, diariamente nas dependências do CENTUR distribuídas em vários andares.

Apesar de haver a crítica muito pertinente de falta de incentivo orçamentário por parte do Estado às instituições que promovem arte, também preciso fazer uma provocação: o quanto nós, como sociedade civil, estamos fazendo pela manutenção desses espaços. E com isso quero apenas questionar nossa presença nesses ambientes. 

Sim, a participação social é de fundamental importância para manter o funcionamento desses espaços institucionais que promovem arte e cultura. 
Nós, sociedade civil, somos co-participantes nesse processo. 

Imagem: Fundação Cultura do Estado do Pará

Depois de um longo e tenebroso inverno, voltei à biblioteca pública ontem e me deparei com um espaço saudoso que fez parte fundamental da minha história como leitora. 
Na biblioteca pública há uma variedade incrível de livros para todos os gostos; de romance chick-lit à clássicos, de terror à acadêmicos. Esse espaço nos pertence e precisamos fazer uso dele.

Também existem as bibliotecas das universidades que são abertas ao público para pesquisa, no entanto, elas são majoritariamente acadêmicas. No CENTUR, além da variedade, temos a oportunidade de experimentar até levar os livros para casa!

A biblioteca publica Arthur Vianna promove a socialização de alguns livros de seu acervo, o que é uma mão na roda para quem não pode viver comprando livros (eu). 
Para adquirir a permissão dos empréstimos é necessário levar cópias de documentos pessoais como RG, CPF e comprovante de residência. 
Esse processo vai gerar uma carteirinha onde poderás emprestar livros e vais ter que devolver para pegar mais, claro. 
Faça uso de seu direito, leitor!

Há quanto tempo tu não vais à biblioteca, leitor pai d'égua?
Para os de fora de Belém, como andam as bibliotecas da cidade de vocês?
Vamos ocupar!

Um comentário:

  1. Voltei no tempo agora!!! Lembrei das minhas visita à Biblioteca Arthur Vianna, ou como nós chamávamos na época de Centur (Vamos no Centur fazer a pesquisa?). E enfrentávamos uma fila para tirar xerox. Mas o que gostava era da Biblioteca Circulante para quem nao tinha condições de comprar livros, era a melhor saída. A minha geração de leitores agradece!

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