terça-feira, junho 07, 2016

Eu Li: Pulsação - Tensão #2 - Gail McHugh


Título: 
Pulsação

Autora:
Gail McHugh

Editora:
Arqueiro
Emily Cooper sempre pensou que iria se casar e viver ao lado de Dillon Parker. Porém, após conhecer Gavin Blake, toda essa certeza foi por água abaixo. Arrebatada pelo sexy empresário, ela se entregou a uma paixão avassaladora, mas que logo foi abalada por uma dolorosa revelação.

Mesmo com o fim do tórrido relacionamento, Emily percebe que está disposta a arriscar tudo para ficar com o homem que domina seus pensamentos e sonhos desde o dia em que se conheceram. Agora ela só pode se apegar à esperança de que Gavin ainda a deseje, apesar de todos os seus erros e defeitos. 
Com o coração partido, Gavin se isola da sociedade e se fecha em um mundo autodestrutivo. Emily não está acostumada a ser forte, mas terá que encontrar dentro de si a coragem e a confiança necessárias para lutar por seu amor e trazer Gavin de volta.
Neste desfecho da série, os leitores ficarão ainda mais apaixonados por Emily e Gavin, envolvidos em uma jornada de perder o fôlego e acelerar a pulsação.

Pulsação é o segundo e último livro da série Tensão e a resenha a seguir pode conter alguns spoilers do primeiro livro. A resenha de Tensão está aqui

Dando seguimento a história, Pulsação trás a continuação dos acontecimentos do final de Tensão e um novo plot quanto ao romance principal. Após um conturbado ensaio do pré-casamento de Emily e Dillon, Gavin vai embora para o México para tentar esquecer tudo que aconteceu. Entretanto, o casamento em si nunca chega a acontecer, pois, após uma briga bem agressiva, Dillon acaba batendo em Emily. Agora, livre de Dillon (mais ou menos), Emily quer tentar encontrar Gavin para reparar toda a confusão que aconteceu no final de Tensão e ver se ainda há alguma chance para o romance dos dois. Mas ainda haverá uma complicação extra: Emily está grávida e não sabe se o pai da criança é Gavin ou Dillon.
– Você fez isso comigo! – gritou, lutando contra um dos policiais. Fuzilando Dillon com os olhos, foi empurrada para trás. – Eu te amei e você se transformou em tudo aquilo no qual prometeu que nunca iria se transformar! E quer saber de uma coisa? – desferiu ela, ofegante. Dillon olhou por cima do ombro, não mais sorrindo, enquanto o policial o conduzia para fora do apartamento. – Se o Gavin me deixar e nunca mais falar comigo, eu vou merecer cada segundo de infelicidade.
Se no primeiro livro ainda havia algum resquício do triângulo amoroso entre os três personagens principais, aqui já temos certeza que o romance é entre Emily e Gavin. Dillon funciona mais como um complicador e trás alguns problemas que vão movimentar a trama, sendo que a verdadeira personalidade dele (ignorante, violento, agressivo e babaca) é mostrada totalmente no texto. Além disso, sem triângulo amoroso, ocorrem muito mais cenas eróticas entre Emily e Gavin. Toda a parte hot que não vimos em Tensão, Gail McHugh entrega (muito bem) em Pulsação. Inclusive, o poder descritivo dela ganha um upgrade nesse livro.

Entretanto, em contrapartida ao primeiro livro, que tem uma trama mais redondinha, esse tem umas partes que são extremamente arrastadas. Dillon é tratado quase como um vilão no início e até causa uns problemas que são interessantes, mas depois ele praticamente desaparece juntos com os problemas que trouxe e a trama fica um pouco sem destino. Tem uma cena bem próxima do final do livro (dura dois capítulos) que tenta dar um certo susto no leitor que eu achei completamente desnecessária e destoante do resto do texto. A reação que eu tive ao terminar de ler foi de questionar se essa continuação realmente era necessária ou, pelo menos se deveria ser tão extensa (tem 385 páginas). 

Outra coisa bem complicada são os personagens coadjuvantes. No primeiro livro, Gail McHugh acertou muito bem o tom e as participações de todos os personagens que estão em volta da trama, mas aqui, parece que ela esqueceu deles. Olívia (a melhor amiga de Emily) que é uma das personagens mais engraçadas, praticamente desapareceu e as suas poucas aparições acabam sendo apenas para fazer algum comentário bem ruim sobre o que está acontecendo com a protagonista. 
– Chega das piadas sobre gravidez, Liv – pediu Emily.
Olivia deu de ombros.
– Ora, mas é verdade. Seu filho com certeza vai ser mais bonitinho. – Olivia pressionou os lábios, formando uma linha rígida e apertou os olhos. – Espere aí. Retiro o que disse. Se ele for cria do Senhor dos Babacas, você está ferrada. Vai ser mesmo um bebê feio.
Fallon ficou boquiaberta e Emily arquejou.
– Olivia! Como pode dizer uma coisa dessas?
– Emily, eu falo a verdade. Especialmente quando estou bêbada. Está tudo ótimo para você se for do Gavin, mas se o Babacoide for pai do bebê, eu o deixava para adoção.
O final é um pouquinho previsível, mas é bom e é fechado. Tenho quase certeza de que essa história acaba aqui mesmo e não deve ter mais continuações. Entretanto, nunca se sabe, o que se passa na cabeça do autor, certo? Minha nota final é:



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