terça-feira, abril 28, 2015

Na Tela #8 - A Rainha dos condenados

Oi gente, mais um Na Tela para a gente degustar!

Hoje vamos de clássicos, com uma das obras mais antigas da musa literária Anne Rice, uma das pioneiras com relação as histórias CLÁSSICAS (sem vamps brilhando por favor, e nem vamps bonzinhos) de vampiros malvados e suas histórias.

Em A Rainha dos Condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia.
Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue.
Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música. Impossível não segui-la hipnoticamente até a última página.

Logo acima temos a capa brasileira antiga, publicada pela Rocco. Para quem tem a capa mais recente, uma preta com a silhueta de um vampira, parabéns, com toda certeza você ficou com uma capa mais bonita, por que essa aí, parece uma capa inspirada em pop arte. Apesar de ter esse mesmo livro, eu odiei essa capa vermelha...mas, como o que importa é o conteúdo...então...passemos ao post.

Para quem leu o livro Vampiro Lestat, que conta absolutamente tudo sobre a vida no nosso odiado e querido vilão, sabe que ele mesmo não se considera um desses estóicos heróis de romances, o mesmo se considera o pior vilão que você pode encontrar em seu caminho. Ele começa o segundo volume das crônicas vampirescas, com:
Sou o vampiro Lestat. Sou imortal. Mais ou menos. A luz do sol, o calor constante de um fogo intenso - essas coisas poderiam destruir-me. Mas, por outro lado, talvez não.
Por isso e por outras, que o Lestat De Lioncourt, nosso principal anti-herói nas crônicas vampirescas da diva, volta em uma história contemporânea cheia de intrigas, sangue e rock'n'roll.

Você já viu um vampiro antigo entediado? Então leia esse livro. Ele vai te mostrar um vamp vivendo por viver. E como ele mesmo diz, certas desavenças nós não resolvemos, nós as cultivamos. Veja como ele começa a contar a sua história no livro ´´A rainha dos condenados``:
Sou o Vampiro Lestat. Lembram-se de mim? O vampiro que se tornou um super astro do rock, aquele que escreveu a autobiografia? Aquele de cabelos louros e olhos cinzentos, e o desejo insaciável de notoriedade e fama? Vocês se lembram. Eu queria ser o símbolo do mal num século brilhante que não tinha espaço para o mal literal que eu sou. Achei até que faria algum bem dessa maneira - bancando o demônio no palco pintado.

Então encontramos um Lestat tentando sedentamente encontrar um propósito para viver, mas a sua altura, como o lorde e vampiro fod* que ele é, e vai lembrando como foi transformado, divaga sobre seu criador, e sobre estranhas conhecidas marmorizadas. Enfim, temos um livro novamente e totalmente voltado para o nosso amado e odiado vilão. Onde ele hora conta algo que acontece no presente dele, e hora volta décadas no passado.

Apesar do gênero do livro ser descrito como Romance, não se deixe enganar, pois não é romântico em nenhuma virgula. É sério, quem viu apenas o filme baseado ´´sutilmente``, para não dizer outra coisa, no livro pensa que ao abrir as páginas do livro da diva de Nova Orleans, vai encontrar muito drama romântico na intrigas entre Lestat e Jesse, mas sinto lhe informar que este não é o caso!

O vampiro Lestat desperta ao som de uma guitarra distorcida, e gosta do que ouve. Em pouco tempo ele se transforma em uma estrela de rock. Lestat vai utilizar o poder de exposição de sua nova condição para realizar seu maior sonho: despertar e trazer à tona todos os vampiros, onde quer que estejam. Entre eles a rainha Akasha (Aaliyah), adormecida em sua tumba sob o gelo ártico. Mãe de todos os vampiros, a poderosa Akasha descansa há séculos, esperando o momento certo de retornar para dominar o mundo. Poderá Akasha ser detida? Afinal, A Rainha dos Condenados está acostumada a obter tudo o que deseja. E o que ela deseja é o Inferno na Terra. Baseado na série de histórias conhecidas como Crônicas Vampirescas , A Rainha dos Condenados fecha o ciclo de adaptações de obras da escritora Anne Rice para o cinema, iniciado em 1994, com Entrevista com o Vampiro, grande sucesso com Tom Cruise e Brad Pitt. (interfilmes.com)

Particularmente, comecei com o livro, e quando descobri que havia um filme sobre o mesmo, fiquei super empolgada, e a desilusão foi muito grande! Gostei da escolha dos atores, como a atriz e cantora Aaliyah como a rainha de todos os condenados, Akasha, porque gente, sinceramente ela era absurdamente linda.

Com relação ao nosso divo Lestat, apesar de achar que o Tom Cruise como Lestat foi um tanto mais próximo da realidade do livro, mas o Stuart Townsend, fez ´´engraçadinho`` o seu papel.

O ponto que mais gostei no filme todo, foi a trilha sonora, que está literalmente de matar, muito eclética. E ficou na minha mente por um bom tempo. Com algumas bandas que eu não conhecia...mas que foram uma boa descoberta, para quem curte rock, claro!

Algumas das faixas, pelas fofocas que ouvi, foram produzidas pela diferente parceria entre o Marilyn Manson e o Chester do Linking Park. O que já é no mínimo meio curioso.

Não é uma adaptação das mais fiéis, mas para quem gosta de complementar a leitura com o filme, é uma pedida razoável. É bom saber se o que outros leitores imaginaram bate com o que imaginamos quando lemos, não é?

Na maioria das vezes não é igual, óbvio, pois é tudo sempre uma questão de interpretação, mas algumas vezes é bem parecido. Dê uma conferida no filme e não deixe de comentar o que achou :D

Fica a dica, e espero que você tenha gostado. Até o próximo post!

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