sexta-feira, março 15, 2013

[ Quinta Em Outra Língua #24 ] Stealing Heaven - Elizabeth Scott



Título:
Stealing Heaven
Autor(a):
Elizabeth Scott
Editora:
Harper Teen
Onde Comprar:
Book Depository | Amazon

Danielle, 18, tem sido uma ladra a vida toda. Mudando de cidade em cidade, ela e sua mãe ficam em torno apenas o tempo suficiente para enquadrar os ricos e roubar sua prata. Quando ela tinha 15 anos, eles se mudaram a pedido de Danielle, depois que ela teve relações sexuais pela " primeira e única vez " com o namorado de 20 anos de idade de sua mãe. É um estilo de vida ao qual a adolescente está acostumada, mas ela está começando a desejar algo mais. Ela quer raízes, amigos, e um lugar para chamar de lar. Quando chegam à pequena cidade turística de Heaven, Danielle sabe a rotina. Sua mãe vai flertar com os homens em busca de informação e ela, agora usando o nome de Sydney, deveria fazer o mesmo com seus pares. Só que algo dá errado, e "Sydney" começa a fazer amigos, flertar com um policial local, e, geralmente, fazer tudo o que sua mãe sempre lhe disse para evitar. E quando é a hora do assalto, Danielle não tem mais certeza de que ela pode seguir as ordens de sua mãe. Esta história é enganosamente tocante. Danielle e sua mãe são ambas personagens bem desenvolvidas, como são os personagens secundários Allison (a amiga) e Greg (o jovem policial). O tema primordial de viver à altura das expectativas de um pai em vez de seguir o seu próprio caminho é universal, mas uma família de ladrões dá a originalidade da história.


Depois de escutar vários elogios aos livros de Scott e estar totalmente boiando a respeito por não ter lido nada dela ainda, resolvi matar a curiosidade. “Cavucando“ em minha estante descobri Stealing Heaven, que comprei há séculos só pra fazer volume no carrinho de compras do Better World Books.

Danielle é uma jovem de 18 anos, que já passou por muitas cidades durante sua vida de ladra e que quase não consegue esconder para si mesma e para sua mãe a imensa vontade que tem de largar essa vida e parar num lugar só, sem mentiras nem roubos. Heaven, uma pequena cidade litorânea, parece ser perfeita para fixar raízes, mas não é isso que a mãe de Danielle que fazer. A prataria é sua única motivação, só que Dani não vai ser de muita ajuda e vai cometer vários deslizes, como se envolver com um jovem policial chamado Greg e ficar amiga de Allison, uma jovem rica cuja família pode muito bem se tornar um alvo. E agora Dani talvez consiga mudar seu futuro, mesmo que precise fazer escolhas difíceis.

Dani é uma personagem que não me agradou muito no começo. Ela parece um cachorrinho de estimação da mãe, falando de sua "profissão" com naturalidade demais. Isso me irritou bastante, mas aí ela começa a mostrar seus verdadeiras sentimentos e vontades, além das várias mágoas que essa sua vida errante e mentirosa deixou nela. A mãe dela, de cujo nome não me lembro agora, o que reflete o quanto eu gostei dela, só que não. Não fui com a cara dela desde o começo, nem com seu modo de encarar a vida e o papel que sua filha desempenha, muito menos com a sua mania de lembrar que só se deve confiar no que se pode tocar, não se deve entregar seu coração e blá blá blá. 

Greg é um fofo persistente, pois Dani demora muito a dar confiança para ele. Ele tem uns comentários muito engraçados e irônicos, que ao mesmo tempo em que despertavam um sorriso relutante no rosto de Dani, despertavam um sorriso enorme no meu. Ele é jovem e tem sua parcela de culpa na vida, mas deu a volta por cima e servirá de exemplo e apoio para Dani. Dani ♥ Greg. Allison também é uma personagem legal, apesar de aparecer pouco. 

Minhas únicas reclamações são em relação ao final. Apesar de ter sido bonito em muitos aspectos, também foi inconclusivo em relação a outros que eu considero importantes. Terminou de repente, enquanto eu esperava mais respostas a algumas coisas. Talvez a autora tenha tentado dizer que não é tão fácil tomar esse tipo de decisão e que nem tudo são flores depois, mas mesmo assim eu gostaria de saber o que aconteceu depois. Não foi perfeito, mas agora eu conheço a escrita da Elizabeth e vou ler outros livros dela, com certeza. 



4 comentários:

  1. Até que parece um bom passatempo, mas não despertou meu interesse...

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  2. Gosto destas histórias de conflitos que envolvem família. Por mais "chato" que seja, é muito comum. E é bacana ver como as pessoas crescem ao se "libertarem" de algumas coisas que foram predeterminadas pelos familiares.Começam a se descobrir e amadurecem.
    Só fiquei meio preocupada com este final, não sei se curto finais abertos assim.
    bjs

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